<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3848210716639244068</id><updated>2012-01-15T20:31:41.621-02:00</updated><category term='Dicionário'/><category term='Internet'/><category term='Acadêmico'/><category term='Psiquiatria'/><category term='Gerontologia'/><category term='Saúde pública'/><category term='Vídeos'/><category term='Neurologia'/><category term='Medicina legal'/><category term='Cirurgia Geral'/><category term='Cardiologia'/><category term='Genética'/><category term='Hemato'/><category term='Transplantes'/><category term='Pediatria'/><category term='Vascular'/><category term='Gastro'/><category term='Endocrino'/><category term='Ginecologia'/><category term='Imunologia'/><category term='Hospitais'/><category term='Infectologia'/><category term='Obstetrícia'/><category term='Cirurgia plástica'/><category term='Cirurgia Torácica'/><title type='text'>Medicina em Foco</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://doutora.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Nina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09690911304677256757</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/StZ3A-Xb3RI/AAAAAAAAAAM/r1jdHopkghg/S220/Nina.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>44</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3848210716639244068.post-5411066969119211636</id><published>2012-01-11T12:54:00.001-02:00</published><updated>2012-01-11T12:54:33.381-02:00</updated><title type='text'>Ministério da Saúde inicia campanha de vacinação contra Hepatite B</title><content type='html'>A partir desse mês quem tem até 29 anos já pode se vacinar contra a hepatite B. A faixa etária para vacinação, que até o ano passado era de 24 anos, foi ampliada pelo Ministério da Saúde. A hepatite B é uma infecção do fígado que nem sempre apresenta sintomas, mas que pode evoluir e se tornar uma doença crônica.

A transmissão pode ocorrer pela relação sexual desprotegida e pelo compartilhamento de objetos contaminados como: lâminas de barbear e de depilar, escovas de dente, alicates de unha, instrumentos para uso de drogas, cirúrgicos e odontológicos.

"As hepatites virais, que são chamadas hepatites crônicas de transmissão ou por endovenosa, por secreções, por doenças sexualmente transmissíveis; essas eu diria que são os grandes desafios para nós. Porque tem algumas como hepatite B que já temos vacinas. Então ampliarmos a vacinações têm permitido a redução do número de casos e a proteção. A proteção dos profissionais de saúde, proteção das gestantes, proteção dos jovens. Agora vamos ampliar a vacinação até aos 29 anos", ressalta o ministro Alexandre Padilha.

Em 2012 o Ministério da Saúde ampliou em 163 por cento a quantidade de vacinas compradas para a hepatite B. No total, foram investidos mais de 83 milhões de reais. O Sistema Único de Saúde oferece ainda a dose para pessoas de qualquer idade que correm mais risco de contrair a doença como profissionais de saúde, manicures, gestantes, bombeiros e policiais civis. 

Fonte: Agência Brasil&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3848210716639244068-5411066969119211636?l=doutora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doutora.blogspot.com/feeds/5411066969119211636/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2012/01/ministerio-da-saude-inicia-campanha-de.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/5411066969119211636'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/5411066969119211636'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2012/01/ministerio-da-saude-inicia-campanha-de.html' title='Ministério da Saúde inicia campanha de vacinação contra Hepatite B'/><author><name>Nina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09690911304677256757</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/StZ3A-Xb3RI/AAAAAAAAAAM/r1jdHopkghg/S220/Nina.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3848210716639244068.post-2912205194244808882</id><published>2011-12-29T11:14:00.003-02:00</published><updated>2011-12-29T11:24:37.353-02:00</updated><title type='text'>PAIR e Alteração Vestibular</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;São conhecidas diversas conseqüências de exposição crônica a ruídos sobre o organismo humano, entretanto, as alterações vestibulares decorrentes dessa exposição são pouco estudadas. Pacientes com essa alteração podem apresentar tonturas, zumbidos, síndrome vestibular periférica irritativa e síndrome vestibular periférica deficitária, entre outros. Uma maior prevalência de distúrbios vestibulares podem ser encontrados em pacientes com queixas de tontura e zumbidos, em relação aos que não apresentavam essas queixas. Uma prevalência elevada de distúrbios vestibulares pode ser observada nos pacientes com associação das queixas de tontura e zumbidos. Observa-se uma tendência de correlação entre o grau de perda auditiva e a prevalência de distúrbios vestibulares, mas não foi observada uma tendência de correlação entre a prevalência de distúrbios vestibulares e o tempo de exposição a ruídos. Colocadas essas observações pesquisadas em artigos cientificos da LILACS, pode-se concluir que &lt;strong&gt;parcela relevante dos pacientes com PAIR apresentam alterações de função vestibular&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3848210716639244068-2912205194244808882?l=doutora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doutora.blogspot.com/feeds/2912205194244808882/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2011/12/pair-e-alteracao-vestibular.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/2912205194244808882'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/2912205194244808882'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2011/12/pair-e-alteracao-vestibular.html' title='PAIR e Alteração Vestibular'/><author><name>Nina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09690911304677256757</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/StZ3A-Xb3RI/AAAAAAAAAAM/r1jdHopkghg/S220/Nina.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3848210716639244068.post-6663545181924894957</id><published>2011-10-10T09:15:00.000-03:00</published><updated>2011-10-10T09:17:31.183-03:00</updated><title type='text'>Na era dos planos de saude - Juramento de Hipocrates, por Rafael Ximenes</title><content type='html'>Nenhuma profissão caiu tanto no conceito da opinião pública no Brasil como a medicina nas últimas décadas. A população brasileira hoje diz ser mal atendida. E não o faz sem uma certa razão. Há uma longa espera até se conseguir marcar uma consulta médica ambulatorial. No sistema público, pode-se aguardar meses, às vezes mais de um ano a depender da região e da especialidade médica pretendida. Nos planos de saúde, o tempo é menor, mas pode chegar de semanas a alguns meses.
Reclama-se que a os planos de saúde são caros e que os mesmos não cobrem todos os procedimentos que seriam necessários. Critica-se com veemência a falta de estrutura das unidades básicas de saúde, o caos dos pronto-socorros. Ouvimos ainda que o médico não mais examina seu paciente, muito menos escuta suas queixas. E tais reclamações são todas injustas e correspondem a uma tentativa de caluniar a medicina? Certamente que não. Mas cabe aqui uma pergunta fundamental: a culpa desta situação é toda da classe médica?
Em primeiro lugar, não acredito ser necessário destacar a carga horária de trabalho da maioria dos médicos. Sessenta, noventa, até cento e dez horas por semana. Portanto, não acho sensato atribuir à falta de disponibilidade do médico a espera a que a população é submetida. Os médicos atendem. E muito. Inclusive mais do que deveriam, chegando à exaustão após horas de plantão. E se atendem rapidamente, são criticados por não dar atenção ao paciente. Se demoram na consulta, os que aguardam reclamam da demora para o atendimento.
Também não poderíamos dizer que há um número insuficiente de profissionais. Temos hoje mais médicos do que o necessário segundo a Organização Mundial de Saúde. Então por que a população espera tanto por atendimento? Um dos problemas é a escassez de algumas especialidades em contraste com a abundância de outras. E não é muito difícil entender o motivo. Hoje, o valor pago por uma cirurgia de colocação de prótese mamária é maior do que o de uma cirurgia cardíaca. Reclama-se ao pagar vinte reais por uma consulta, mas paga-se dez mil reais por uma cirurgia plástica. É algum absurdo que os recém-formados busquem especialidades onde serão melhor remunerados? Se a sociedade valoriza mais a estética do que a saúde, a culpa é da classe médica?
Outro grande problema é a má distribuição de médicos entre as diversas áreas do Brasil. É exigido do médico que não se submeta a condições de trabalho que julgue inapropriadas, sendo inclusive o mesmo responsável por prejuízos ao paciente em caso de falta de recursos para o atendimento. Se determinado local não tem o número de profissionais de que necessita, deveríamos rever que condições de trabalho estes lugares oferecem. Querer que o médico vá para onde ele é necessário e depois responsabilizá-lo pela falta de estrutura é no mínimo injusto. Portanto, é culpa dos médicos se concentrarem em alguns centros em detrimento de outros?
Acredita-se que os médicos sejam bem remunerados e quando os mesmos lutam pelo aumento de seus honorários são vistos como mercenários. Mas trabalhando cento e dez horas por semana, qual profissional com nível superior não ganharia mais? Se um médico decidir trabalhar as mesmas quarenta horas semanais de outras profissões (para não citar as que cumprem metade disto), certamente não ganharia tão bem.
Um plano de saúde paga por consulta de vinte a cinqüenta reais. Se considerarmos gastos com aluguel de consultório, equipamentos de trabalho e impostos, talvez seja melhor não calcular a remuneração de um atendimento. Mas dizem que os médicos credenciam-se em planos de saúde porque querem e, portanto, têm que aceitar o valor que recebem. Porém, quando se discute que não mais se atenda por tais planos, somos acusados de não querer atender a população. Quer dizer que somos obrigados a nos sujeitar a empresários com patrimônios bilionários e que nos desrespeitam com remuneração pífia? É por acaso algum crime querer que depois de seis anos de faculdade, três a seis anos de residência, alguns com mestrado e doutorado, queiramos receber mais do que o valor de um corte de cabelo para cuidar e nos responsabilizarmos por vidas? Não posso acreditar que sim. Porque se isto for verdade, se a população não acha que o valor de um médico é superior a vinte reais, então não são os médicos que faltam com respeito à população. É a população que deveria se envergonhar de tal postura.
Se o valor pago por um plano de saúde é alto, acredito ser direito dos clientes reclamarem. Para o plano de saúde, não para o médico. E por que os planos são tão caros, se o médico recebe tão pouco? Os motivos são vários, a começar do lucro dos intermediários.
Vivemos nas últimas décadas um encarecimento da medicina. Com o surgimento de novas tecnologias, o custo de um atendimento passou a ser bem maior. Certamente, a qualidade também melhorou, pelo menos para quem tem acesso a tais recursos. Ressonância nuclear magnética, testes genéticos, próteses e órteses, stents coronarianos, anticorpos monoclonais, para citar alguns exemplos, passaram a integrar o arsenal da medicina moderna. Tudo isto é muito caro.
Os diagnósticos médicos, antes baseados em história clínica e exame físico, hoje podem exigir exames que custam de centenas a milhares de reais. E os pacientes muitas vezes exigem que tais exames sejam feitos, mesmo sem saber se são indicados para aquele caso. É freqüente ouvirmos que "o médico não pediu nenhum exame" como algo negativo, como sinal de incompetência ou negligência. Se o custo de exames sofisticados encarecem a medicina quando bem indicados, imaginem quando usados de forma indiscriminada. Mas solicitando vários exames, todos ganham. Os médicos são bem vistos, os pacientes ficam satisfeitos, os donos das máquinas nem se fala. Só não devemos esquecer de que bolso virá o dinheiro.
Por outro lado, há aqueles que necessitariam de procedimentos de alto custo e que não tem acesso aos mesmos. Limitar a medicina moderna àqueles que têm dinheiro, não me parece justo. Da mesma forma que não acho justo que muitos não tenham acesso à alimentação, segurança, educação e moradia. Mas não vejo ninguém dizer que os advogados deveriam defender as pessoas por vinte reais, que os agricultores são mercenários por quererem vender a comida a quem tem fome ou que os engenheiros deveriam construir casas para os desabrigados sem nada cobrar e pagando do seu bolso os materiais de construção. Quer dizer que só os médicos são culpados pelas mazelas da sociedade? E mesmo que o médico abrisse mão de sua remuneração, quem vai pagar os exames, remédios, internações? Nesta conta, o honorário médico é o que menos pesa.
Dito tudo isto, acho que a resposta para a minha pergunta é não. Os médicos não são os únicos culpados pelo alto custo da medicina, pela demora ao atendimento aos pacientes, pela exclusão de uma grande parcela da população a um atendimento de ponta. Antes de tudo, assim como a população, somos vítimas.
Por fim, muitos podem criticar este texto por ter sido focado em custos, dinheiro, reconhecimento, ao invés de falar de características que a profissão médica deveria ter, como humanismo, dedicação, humildade, caridade. Não posso deixar de reconhecer que, assim como em outras profissões, hoje estas qualidades faltam a grande parte dos médicos. E disto nós temos culpa e, neste ponto, devemos um pedido de desculpas à população.
Acho inadmissível o fato de que grande parte dos médicos hoje nem sequer fazem um exame clínico completo e bem feito, de cederem às pressões para um atendimento rápido e em escala, de pedirem exames sem necessidade apenas por não quererem perder tempo explicando para o paciente as indicações e riscos de cada procedimento. Envergonho-me ao ver colegas tratando de forma diferente as pessoas por serem atendidas pelo SUS ou em consultórios particulares, em presenciar a indiferença diante do sofrimento alheio. Certamente acho que a medicina deva ser uma profissão humanitária, que o médico deva se preocupar em atender a população carente, e não apenas os mais abastados. Mas acho que merecemos mais respeito e reconhecimento ao fazê-lo.
Talvez isto não passe de nossa obrigação, do juramento que fizemos ao nos formar, como muitos gostam de lembrar nestes momentos. Mas em um país onde a maioria não cumpre os seus deveres, onde promessas feitas hoje são esquecidas amanhã, é um grande mérito ter palavra. E para quem não conhece o juramento de Hipócrates, sugiro que o leiam antes de citá-lo, para que não incorram em erro por ignorância.
Como na maioria dos relacionamentos, seja entre irmãos, amigos, pai e filho, homem e mulher, quando as coisas não vão bem, os dois lados tem sua parcela de responsabilidade. Não adianta procurarmos um culpado. E não é diferente na relação médico-paciente. Se chegamos ao desgaste atual, é hora de cada parte rever sua postura. Só assim voltaremos àquilo que é o desejo de todos: uma medicina bela e eficiente, caridosa e reconhecida, trabalhosa e recompensada, difícil, mas, acima de tudo, que leve alívio àqueles que sofrem, vida onde há incerteza e consolo onde este se faz necessário. Que assim seja. (Rafael Oliveira Ximenes)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3848210716639244068-6663545181924894957?l=doutora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doutora.blogspot.com/feeds/6663545181924894957/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2011/10/na-era-dos-planos-de-saude-juramento-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/6663545181924894957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/6663545181924894957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2011/10/na-era-dos-planos-de-saude-juramento-de.html' title='Na era dos planos de saude - Juramento de Hipocrates, por Rafael Ximenes'/><author><name>Nina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09690911304677256757</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/StZ3A-Xb3RI/AAAAAAAAAAM/r1jdHopkghg/S220/Nina.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3848210716639244068.post-226319206092154309</id><published>2011-07-19T17:06:00.002-03:00</published><updated>2011-07-19T17:12:18.063-03:00</updated><title type='text'>A História de Rescue Anne</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-Y_xIWjV1I7A/Te7Qyu690XI/AAAAAAAABKA/dkTKo0W0NtQ/s1600/Inconnue.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 268px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-Y_xIWjV1I7A/Te7Qyu690XI/AAAAAAAABKA/dkTKo0W0NtQ/s1600/Inconnue.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;“A mais beijada de todos os tempos”

No fim da década de 1880, o corpo de uma garota de 16 anos foi encontrado no Rio Sena, em Paris. Sem sinais de violência, o cadáver seria de uma jovem suicida. Mas ela era tão bela e tinha um sorriso tão enigmático que depois da autópsia, um legista fez uma máscara mortuária do rosto dela.

Na romântica atmosfera da Europa da belle époque, a face da anônima moça suicida — que passou a ser chamada de L'Inconnue de la Seine, a Desconhecida do Sena — se tornou um ideal de beleza feminina. Em Die Aufzeichnungen des Malte Laurids Brigge [Os Cadernos de Malte Laurids Brigge], o protagonista do único romance de Rainier Maria Rilke (1875-1926) escreve: “O mouleur [modelador], em cuja loja passo todo dia, tem um busto de gesso em cada lado de sua porta. [Um é] a face da jovem mulher afogada, da qual tiraram um molde no necrotério, pois era bela e sorria, sorria tão misteriosamente...”

Ironicamente, as feições da garota desconhecida foram usadas em 1958 para modelar a boneca usada no treinamento de primeiros-socorros, conhecida como Rescue Anne. Embora a identidade da moça e os motivos que a levaram ao suicídio ainda sejam um mistério, diz-se que ela se tornou “a mais beijada de todos os tempos” pois milhares de estudantes já treinaram a respiração boca-a-boca em seus lábios.

Texto retirado de &lt;a href="http://hypercubic.blogspot.com/2011/06/mais-beijada-de-todos-os-tempos.html"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;Hypercubic&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Visitem também o texto original.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3848210716639244068-226319206092154309?l=doutora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doutora.blogspot.com/feeds/226319206092154309/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2011/07/historia-de-rescue-anne.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/226319206092154309'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/226319206092154309'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2011/07/historia-de-rescue-anne.html' title='A História de Rescue Anne'/><author><name>Nina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09690911304677256757</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/StZ3A-Xb3RI/AAAAAAAAAAM/r1jdHopkghg/S220/Nina.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-Y_xIWjV1I7A/Te7Qyu690XI/AAAAAAAABKA/dkTKo0W0NtQ/s72-c/Inconnue.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3848210716639244068.post-4026787910292748260</id><published>2011-03-17T22:24:00.004-03:00</published><updated>2011-03-28T18:27:27.428-03:00</updated><title type='text'>O Símbolo da Medicina</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Estando na Área da Saúde, nos deparamos diariamente com os seus símbolos. Por este motivo, venho aqui fazer a minha parte, mesmo que ela pareça ínfime, no esclarecimento quando aos usos equivocados que frequentemente acontecem.&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O valor de um símbolo não está em seu desenho, mas no que ele representa. Dois símbolos têm sido usados ultimamente em conexão com a medicina: o símbolo de Asclépio, representado por um bastão tosco com uma serpente em volta e o símbolo de Hermes, chamado caduceu, que consiste em um bastão mais bem trabalhado, com duas serpentes dispostas em espirais ascendentes, simétricas e opostas, e com duas asas na sua extremidade superior.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ambos os símbolos têm sua origem na mitologia grega; o de Asclépio, deus grego da medicina, é o símbolo da tradição médica; o de Hermes, deus grego do comércio, dos viajantes e das estradas, foi introduzido tardiamente na simbologia médica.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na mitologia grega, &lt;strong&gt;Asclépio&lt;/strong&gt; é filho de Apolo e da ninfa Coronis. Foi criado pelo centauro Quiron, que lhe ensinou o uso de plantas medicinais. Tornou-se um médico famoso e, segundo a lenda, além de curar os doentes que o procuravam, passou a ressuscitar os que ele já encontrava mortos, ultrapassando os limites da medicina. Foi por isso fulminado com um raio por Zeus. Após a sua morte, foi cultuado como deus da medicina, tanto na Grécia, como no Império Romano. Em várias esculturas procedentes de templos de Asclépio greco-romanos, o deus da medicina é sempre representado segurando um bastão com uma serpente em volta, o qual se tornou o símbolo da medicina.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não há unanimidade de opiniões entre os historiadores da medicina sobre o simbolismo do bastão e da serpente. As seguintes interpretações têm sido admitidas:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em relação ao bastão:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;* Árvore da vida, com o seu ciclo de morte e renascimento.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;* Símbolo do poder, como o cetro dos reis&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;* Símbolo da magia, como a vara de Moisés&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;* Apoio para as caminhadas, como o cajado dos pastores&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em relação à serpente:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;* Símbolo do bem e do mal, portanto, da saúde e da doença.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;* Símbolo do poder de rejuvenescimento, pela troca periódica da pele&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;* Símbolo da sagacidade&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;* Ser ctônico, que estabelece a comunicação entre o mundo subterrâneo e a superfície da Terra; elo entre o mundo visível e o invisível&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Hermes&lt;/strong&gt;, na mitologia grega, é considerado um deus desonesto e trapaceiro, astuto e mentiroso, deidade do lucro e protetor dos ladrões.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Seu primeiro ato, logo após o seu nascimento, foi roubar parte do gado de seu irmão Apolo, negando a autoria do furto. Foi preciso a intervenção de Zeus, que o obrigou a confessar o roubo. Para se reconciliar com Apolo, Hermes presenteou-o com a lira, que havia inventado, esticando sobre o casco de uma tartaruga, cordas fabricadas com tripas de boi. Inventou a seguir a flauta que também deu de presente a Apolo. Apolo, em retribuição, deu-lhe o caduceu.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Caduceus, em latim, é a tradução do grego kherykeion, bastão dos arautos, que servia de salvo-conduto, conferindo imunidade ao seu portador quando em missão de paz. O primitivo caduceu não tinha asas na extremidade superior, as quais foram acrescentadas posteriormente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Hermes tinha a capacidade de deslocar-se com a velocidade do pensamento e por isso tornou-se o mensageiro dos deuses do Olimpo e o deus dos viajantes e das estradas. Como o comércio na antigüidade era do tipo ambulante e se fazia especialmente através dos viajantes, Hermes foi consagrado como o deus do comércio. Outra tarefa a ele atribuída foi a de transportar os mortos à sua morada subterrânea (Hades).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com a conquista da Grécia pelos romanos, estes assimilaram os deuses da mitologia grega, trocando-lhes os nomes: &lt;strong&gt;Asclépio passou a chamar-se Esculápio e Hermes, Mercúrio&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segundo os filólogos, a denominação de Mercúrio dada a Hermes pelos romanos provém de merx, mercadoria, negócio. O metal hydrárgyros dos gregos passou a chamar-se mercúrio por sua mobilidade, que o torna escorregadio e de difícil preensão. O planeta Mercúrio, por sua vez, deve seu nome ao fato de ser o mais veloz do sistema planetário.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O caduceu é, de longa data, o símbolo do comércio e dos viajantes&lt;/strong&gt;, sendo por isso utilizado em emblemas de associações comerciais, escolas de comércio, escritórios de contabilidade e estações de estradas de ferro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Surge, então, a questão principal do tema que estamos abordando. Por que o símbolo do deus do comércio passou a ser usado também como símbolo da medicina? Mais de um fato histórico concorreu para que tal ocorresse.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;1. No intercâmbio da civilização grega com a egípcia, o deus Thoth da mitologia egípcia foi assimilado a Hermes e, desse sincretismo, resultou a denominação de Hermes egípcio ou Hermes Trismegistos (três vezes grande), dada ao deus Thoth, considerado o deus do conhecimento, da palavra e da magia. No panteão egípcio, o deus da medicina correspondente a Asclépio é Imhotep e não Thot.
2. Entre o século III a.C. e o século III d.C. desenvolveu-se uma literatura esotérica chamada hermética, em alusão a Hermes Trismegistos. Esta literatura versa sobre ciências ocultas, astrologia e alquimia, e não tem qualquer relação com o Hermes tradicional da mitologia grega. O sincretismo entre Hermes da mitologia grega com Hermes Trismegistus resultou no emprego do caduceu como símbolo deste último, tendo sido adotado como símbolo da alquimia. Segundo Schouten, da alquimia o caduceu teria passado para a farmácia e desta para a medicina.
3. Um terceiro fato a que se atribui a confusão entre o bastão de Asclépio e o caduceu de Hermes se deve à iniciativa de um editor suíço de grande prestígio, Johan Froebe, no século XVI, ter adotado para a sua editora um logotipo semelhante ao caduceu de Hermes e o ter utilizado no frontespício de obras clássicas de medicina, como as de Hipócrates e Aetius de Amida. Outros editores na Inglaterra e, posteriormente, nos Estados Unidos, utilizaram emblemas similares, contribuindo para a difusão do caduceu. Admite-se que a intenção dos editores tenha sido a de usar um símbolo identificado com a transmissão de mensagens, já que Hermes era o mensageiro do Olimpo. Com a invenção da imprensa por Gutenberg, a informação passou a ser transmitida por meio da palavra impressa, e eles, os editores, seriam os mensageiros dos autores. Outra hipótese é de que o caduceu tenha sido usado equivocadamente como símbolo de Hermes Trimegistos, o Hermes egípcio ou Thot, deus da palavra e do conhecimento, a quem também se atribuía a invenção da escrita. Em antigas prensas utilizadas para impressão tipográfica encontra-se o caduceu de Hermes como figura decorativa..
4. Outro fato que certamente colaborou para estabelecer a confusão entre os dois símbolos é o de se conferir o mesmo nome de caduceu ao bastão de Asclépio, criando-se uma nomenclatura binária de caduceu comercial e caduceu médico. Este erro vem desde o século XIX e persiste até os dias de hoje.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em 1901, o exército francês fundou um jornal de cirurgia e de medicina chamado Le caducée, no qual estão estampadas duas figuras estilizadas do símbolo de Asclépio, com uma única serpente. Desde então, a palavra caduceu tem sido usada para nomear tanto o símbolo de Hermes, como o bastão de Asclépio.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;5. O fato que mais contribuiu para a difusão do caduceu de Hermes como símbolo da medicina foi a sua adoção pelo Exército norte-americano como insígnia do seu departamento médico. As justificativas e argumentos para essa adoção são falhas, inconsistentes, e denotam, no mínimo, desconhecimento da iconografia mitológica por parte dos que detinham o poder para promover a mudança. As informações que se seguem sobre este episódio foram colhidas em grande parte no livro de Walter Friedlander, &lt;em&gt;The golden wand of medicine&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O caduceu fora usado, entre 1851 e 1887, como emblema no uniforme de trabalho do pessoal de apoio nos hospitais militares dos Estados Unidos para indicar a condição de não combatente. Em 1887 este emblema foi substituído por uma cruz vermelha idêntica a da Cruz Vermelha Internacional fundada na Suíça em 1864. Os oficiais médicos usavam nas dragonas as letras M.S. (Medical Staff). Em 1872, as letras M.S. foram substituídas por M.D. (Medical Department). O Departamento Médico, contudo, possuía o seu próprio brasão de armas com o bastão de Asclépio, desde 1818.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em março de 1902, os oficiais médicos passaram a usar um emblema inspirado na cruz dos cavaleiros de São João, ou cruz de Malta, cujo simbolismo em heráldica é o de proteção, altruísmo e honorabilidade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em 20 de março de 1902, o capitão Frederick P. Reynolds, Comandante da Companhia de Instrução do Hospital Geral em Washington propôs substituir a cruz de Malta pelo caduceu.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O general G. Sternberg, chefe do Departamento Médico, deu o seguinte despacho: "A atual insígnia foi adotada após cuidadoso estudo e é atualmente reconhecida como própria desta corporação. A alteração proposta, portanto, não é aprovada".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em 14 de junho do mesmo ano, o capitão Reynolds endereçou nova carta ao Chefe do Departamento, refazendo sua proposta com novos argumentos. Em certo trecho de sua carta diz o seguinte: "Desejo particularmente chamar a atenção para a conveniência de mudar a insígnia da cruz para o caduceu e de adotar o marrom como a cor da corporação, em lugar do verde agora em uso. O caduceu foi durante anos a insígnia de nossa corporação e está inalienavelmente associado às coisas médicas. Está sendo usado por várias potências estrangeiras, especialmente a Inglaterra. Como figura, deve-se reconhecer que o caduceu é muito mais gracioso e significativo do que o atual emblema" (cruz de Malta). "O verde não tem lugar na medicina". &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nesse ínterim, houve mudança na Chefia do Departamento Médico e esta segunda carta foi recebida pelo General William Henry Forwood, quem, não somente aprovou a proposta como providenciou a confecção da nova insígnia. O desenho elaborado tem sete curvaturas das serpentes, o que também revela desconhecimento do caduceu tradicional, que contém, no máximo, cinco espirais.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os argumentos usados pelo Cap. Reynolds revelam sua confusão entre os dois símbolos. O caduceu jamais fora a insígnia da corporação, mas do pessoal de apoio (steward) dos hospitais. O bastão de Asclépio e não o caduceu é que está historicamente associado à medicina. Tanto na Inglaterra, como na França e na Alemanha, os serviços médicos das forças armadas utilizavam o bastão de Asclépio em seus emblemas e não o caduceu de Hermes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Finalmente, a cor verde tem sido usada em conexão com a medicina; tanto assim que no Brasil o anel de médico tem, incrustada, uma pedra verde - esmeralda ou imitação.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O argumento de ordem subjetiva de que a figura do caduceu é mais estética do que a cruz de Malta ou o bastão de Asclépio é irrelevante, porquanto não diz respeito ao significado de tais símbolos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Deste modo, o caduceu foi implantado e se mantém até hoje como insígnia do Corpo Médico do Exército norte-americano, o que muito contribuiu, sobretudo após a Primeira Grande Guerra Mundial (1914-1918), para a sua difusão, dentro e fora dos Estados Unidos, como símbolo da medicina.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Marinha norte-americana adotou igualmente o caduceu como emblema de seu corpo médico, ao contrário da Força Aérea, que mantém em seu emblema o bastão de Asclépio.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os Serviços de Saúde Pública dos Estados Unidos, por sua vez, adotaram um antigo emblema do Serviço Médico da Marinha, no qual o caduceu se cruza com uma âncora e cujo simbolismo anterior era o do comércio marítimo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O primeiro comentário desfavorável à decisão do U.S. Medical Department apareceu sob a forma de editorial em final de julho de 1902 na publicação Medical News. Desde então, de tempos em tempos, surgem artigos na imprensa médica, ora justificando, ora condenando o uso do caduceu como símbolo da medicina.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em 1917, o Tenente-coronel McCulloch, bibliotecário do Departamento Médico, fez o seguinte comentário:"&lt;em&gt; I think that in this country we pay too little attention to the historical and humanistic side of things. The caduceus or wand of Mercury now used on the collar of the uniforme blouse of medical corps has really no medical bearing wathever&lt;/em&gt;". (Eu penso que, neste País, nós prestamos muito pouca atenção ao lado histórico e humanístico das coisas. O caduceu de Mercúrio agora em uso na gola da blusa do uniforme do Corpo Médico não tem qualquer significado médico).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fielding Garrison, notável historiador da medicina nos Estados Unidos e também Tenente-Coronel do Corpo Médico no período de 1917 a 1935, procurou defender a posteriori a adoção do caduceu pelo Departamento Médico a que servia. Inicialmente, alegou que se tratava de um símbolo administrativo para caracterizar os militares não combatentes, reconhecendo que o símbolo autêntico da medicina era o bastão de Asclépio. Posteriormente, procurou justificar o uso do caduceu como símbolo médico com base nos achados arqueológicos da civilização mesopotâmica.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nas escavações realizadas em Lagash fora encontrado um vaso talhado em pedra sabão, de cor verde, dedicado pelo governador Gudea ao deus Niginshzida, ligado à medicina. Neste vaso há duas serpentes dispostas de maneira semelhante a do caduceu de Hermes. Garrison refere-se à figura como caduceu babilônico, que teria precedido o caduceu da civilização grega.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A verdade é que toda a nossa cultura baseia-se na civilização grega. Todos os aspectos conceituais, técnicos e éticos da profissão médica, tiveram seu berço na Grécia com a escola hipocrática. Foi na Grécia que a medicina deixou de ser mágico-sacerdotal para apoiar-se na observação clínica e no raciocínio lógico. &lt;strong&gt;O símbolo mítico de Asclépio, o bastão com uma única serpente, representa a medicina grega em suas origens e nenhum outro símbolo, muito menos o caduceu de Hermes, deverá substituí-lo.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em 1932, S. L.Tyson escreveu um artigo na revista Scientific Monthly, no qual dizia: "&lt;em&gt;The erroneous symbol of medical profession in reality is the emblem of the god of thieves&lt;/em&gt;" (o errôneo símbolo da profissão médica, é, na realidade, o do deus dos ladrões). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em resposta, Garrison voltou a afirmar que o caduceu fora adotado no Departamento Médico do exército como símbolo dos não combatentes e considerou a questão como "uma fútil controvérsia". &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em material informativo recente de divulgação pela Internet, do Army Medical Department, encontra-se a seguinte explicação para a adoção do caduceu de Hermes como símbolo da medicina: "Rooted in mythology, the caduceus has historically been the emblem of physicians symbolizing knowledge, wisdom, promptness, and skill." (Com suas raízes na mitologia, o caduceu tem sido historicamente o emblema dos médicos, simbolizando conhecimento, sabedoria, presteza e habilidade).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Parece evidente a confusão entre Hermes da mitologia grega tradicional com Hermes Trismegistos, o deus Thot da mitologia egípcia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Associação Médica Americana manteve o símbolo de Asclépio em seu emblema, assim como a maioria das sociedades médicas regionais norte-americanas de caráter científico ou profissional. De 25 associações médicas estaduais que utilizam a serpente em seus respectivos emblemas, 23 usam o bastão de Asclépio. São elas as dos Estados de Alabama, Califórnia, Flórida, Geórgia, Idaho, Illinois, Kansas, Kentucky, Massachussets, Michigan, Mississipi, Missouri, Nebraska, New Hampshire, New Mexico, New York, North Dakota, Oklahoma, Oregon, Pennsylvania, Utah, Wisconsin e Wyoming. O caduceu é usado pelas associações dos Estados de Maine e West Virginia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A Organização Mundial de Saúde, fundada em 1948, como não poderia deixar de ser, adotou o símbolo de Asclépio.&lt;/strong&gt; A Associação Médica Mundial, reunida em Havana em 1956, adotou um modelo padronizado do símbolo de Asclépio para uso dos médicos civis.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As organizações médicas de caráter profissional e de âmbito nacional de vários países, que possuem emblema com serpente, adotam, em sua grande maioria, o símbolo de Asclépio, a começar pela Associação Médica Americana, já citada. Entre as associações que assim procedem citaremos as do Brasil, Canadá, Costa Rica, Inglaterra, França, Alemanha, Suécia, Dinamarca, Itália, Portugal, África do Sul, Austrália, Nova Zelândia, países do sudeste asiático, China e Taiwan...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sociedades de história da medicina, sociedades científicas de especialidades médicas, faculdades de medicina, revistas médicas e até empresas de seguro-saúde como a aliança Blue Cross-Blue Shield utilizam o símbolo de Asclépio.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;É óbvio que todo símbolo pode ser estilizado, porém não pode ser substituído por outro.&lt;/strong&gt; Como estilizações originais do símbolo de Asclépio podemos citar os seguintes exemplos:
* o da Associação Paulista de Medicina e o da Academia Brasileira de Medicina Militar, em que o bastão toma a configuração de uma espada;
* o da Escola Paulista de Medicina, em que o bastão é o próprio tronco de uma árvore;
* o da Sociedade Espanhola de Medicina do Trabalho, em que o bastão assume a forma de uma chave inglesa como instrumento de trabalho;
* o da Associação Brasileira de Educação Médica, em que o bastão é uma tocha, simbolizando a luz do saber;
* o da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, em que a serpente assume o formato de um nó cirúrgico.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Algumas poucas organizações médicas de âmbito nacional utilizam o caduceu de Hermes em seus emblemas, ou em sua forma original, ou modificado, tais como as da Korea, Hong Kong e Ilha de Malta.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O caduceu de Hermes, estilizado, foi também adotado pelo Serviço Médico da Royal Air Force, da Inglaterra, divergindo do Serviço Médico do Exército, que mantém seu clássico emblema com o símbolo de Asclépio desde 1898, tendo comemorado o seu centenário em 1998.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Variantes do caduceu têm sido igualmente utilizados, resultantes de duas alterações introduzidas no modelo original: a primeira delas consiste em eliminar uma das serpentes, mantendo as asas, tal como nos emblemas da American Gastroenterological Association e da Facoltà di Medicina e Chirurgia de Florença; a segunda, conservando as duas serpentes e eliminando as asas, como nos emblemas da Società Italiana di Medicina Interna e da empresa de seguro-saúde Golden Cross.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nos Estados Unidos, onde é mais difundido o caduceu de Hermes como pretenso símbolo da medicina, o mesmo é usado em algumas poucas Universidades e sociedades médicas, sendo mais comum o seu emprego em hospitais e instituições públicas e privadas ligadas à saúde. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segundo um levantamento realizado até 1980, o caduceu é usado principalmente pelas empresas que gerenciam planos de saúde naquele país, chegando a 76% de quantas utilizam a serpente em seus emblemas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No dizer de Geelhoed, &lt;strong&gt;o caduceu tornou-se um símbolo evocativo da situação atual da medicina, em que os aspectos econômicos e comerciais da saúde se sobrepõem aos aspectos humanos, o que é inaceitável&lt;/strong&gt;. &lt;strong&gt;Para aqueles que desejarem preservar os ideais da tradição médica só há um símbolo verdadeiro, que é o de Asclépio&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como sugeriu Tyson, o símbolo de Hermes poderia ser usado, no máximo, em carros funerários, já que uma das atribuições de Hermes era a de conduzir os mortos à sua morada subterrânea.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fora disso, o caduceu de Hermes, como símbolo médico, é uma heresia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As críticas desfavoráveis ao seu uso como símbolo da medicina persistem até o presente, como demonstram os seguintes comentários que transcrevemos a seguir, veiculados, respectivamente, em 1988, 1996 e 1999. "The caduceus is a usurper - a latecomer to medical symbolism and a pretender of suspect lgitimacy"(o caduceu é um usurpador, um retardatário no simbolismo médico e um pretendente de duvidosa legitimidade). 'The association of physicians with thievery through the adoption of Hermes caduceus as a medical symbol is undoubtedly undesirable and only those cynics who accuse physicians of an excessive interest in making money may find it apropriated" (A associação dos médicos com o furto pela adoção do caduceu de Hermes como símbolo da medicina é, sem dúvida, indesejável e somente os cínicos que acusam os médicos de interesse excessivo em ganhar dinheiro podem achá-lo apropriado). "The caduceus has nothing to do with health, healing or medicl arts". "The United States Army resolute in error as armies tend to be, adopted the Caduceus as the insignia of the medical arm. The power of the military's influence displaced the Aesculapian staff from the mythic place". (O Caduceu nada tem a ver com a saúde, o tratamento das doenças ou as artes médicas. O exército norte-americano, resoluto no erro como todos os exércitos costumam ser, adotaram o caduceu como insígnia do seu Departamento Médico. O poder da influência militar deslocou o bastão de Asclépio de seu lugar mítico). (Collins, S.G., 18/03/1999).
No Brasil, prevalece no meio médico o símbolo de Asclépio. A Associação Médica Brasileira, assim como as sociedades estaduais a ela filiadas que possuem emblema com a serpente, utilizam o símbolo correto do deus da medicina.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Assistimos, porém, a disseminação do caduceu de Hermes entre nós, através dos meios de comunicação: televisão, jornais, impressos, anúncios, adesivos, desenhos em objetos e utensílios destinados a médicos e estudantes de medicina.&lt;/strong&gt; Conforme ressaltou o Prof. Alcino Lázaro da Silva, "a mídia brasileira, por engano, por falácia, por má-interpretação, por má-informação ou por má-fé passou a usar o símbolo do comércio como ilustração quando se refere a notícias médicas". Também os softwares destinados a hospitais e consultórios médicos, importados dos Estados Unidos, ou neles inspirados, muito têm contribuído para a propagação do caduceu, ao utilizá-lo como identificador de sua destinação.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lamentavelmente, o caduceu como símbolo da medicina já pode ser encontrado em nosso País em revistas e sociedades médicas de fundação mais recente, em sites da Internet dedicados à medicina, e até mesmo em impressos de algumas universidades.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Cremos ser necessária uma campanha de esclarecimento, sobretudo nas Faculdades de Medicina, junto aos estudantes do curso de graduação, no sentido alertá-los sobre o único e verdadeiro símbolo da medicina: o bastão de Asclépio com uma só serpente. O caduceu de Hermes, símbolo do comércio, deve ser visto como um símbolo impróprio aos nobres ideais da medicina.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Referências bibliográficas
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Nota: De todas as fontes bibliográficas citadas, merece destaque especial o livro de Walter J. Friedlander – The golden wand of medicine – cuja leitura recomendamos a todos os interessados no assunto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Grande parte deste artigo foi inserido, em 2004, em um texto mais amplo sobre o mesmo tema, que se encontra no site &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.cafeesaude.com.br/medicina_artigo.htm"&gt;http://www.cafeesaude.com.br/medicina_artigo.htm&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Este texto foi retirado integralmente do link&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://usuarios.cultura.com.br/jmrezende/simbolo.htm"&gt;http://usuarios.cultura.com.br/jmrezende/simbolo.htm&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3848210716639244068-4026787910292748260?l=doutora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doutora.blogspot.com/feeds/4026787910292748260/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2011/03/o-simbolo-da-medicina.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/4026787910292748260'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/4026787910292748260'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2011/03/o-simbolo-da-medicina.html' title='O Símbolo da Medicina'/><author><name>Nina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09690911304677256757</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/StZ3A-Xb3RI/AAAAAAAAAAM/r1jdHopkghg/S220/Nina.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3848210716639244068.post-4026578563104148387</id><published>2010-10-13T21:30:00.006-03:00</published><updated>2010-10-13T21:41:13.004-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psiquiatria'/><title type='text'>III Interligas de Psiquiatria - 16/outubro/2010</title><content type='html'>Amigos!
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
Gostaria de convidá-los  para o III Interligas de Psiquiatria, que ocorrerá no dia 16 de outubro,  na Santa Casa de São Paulo, Rua Dr. Cesário Motta Jr. n º 61 (próximo  ao metrô Santa Cecília).&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
É um evento organizado por 11 ligas de 7 faculdades de medicina do estado de São Paulo:
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
- Liga de Saúde Mental - Unifesp&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
- Liga de Farmacodependências - Unifesp&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
- Liga de Psiquiatria Clínica - Unifesp&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
- Liga de Psicanálise - Usp&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
- Liga de Dependência Química - Usp&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
- Liga de Ansiedade, Fobias e Pânico - Usp&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
- Liga de Psiquiatria da Faculdade de Medicina de Santos&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
- Liga de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Santa Casa&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
- Liga de Psiquiatria e Saúde Mental da Unicamp&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
- Liga de Saúde Mental de Faculdade de Medicina Santo Amaro&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
- Liga de Psiquiatria da Faculdade de Medicina de Mogi&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
O  tema central do evento será "A Subjetividade na Psiquiatria Atual", e  contará com professores renomados das diferentes faculdades.&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
As inscrições serão realizadas no local, com os seguintes preços:&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
- R$ 20,00 para graduandos&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
- R$ 25.00 para profissionais&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
A programação está no cartaz em anexo.&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
Conto com a presença de todos!&lt;p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;span style="color:#888888;"&gt;
Renato Rossi
Presidente do Interligas de Psiquiatria 2010
&lt;a href="mailto:renatorossi75@gmail.com" target="_blank"&gt;renatorossi75@gmail.com&lt;/a&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;

&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/TLZPxL-m40I/AAAAAAAAARE/ArhhQxjXXQY/s1600/crs_cartaz.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 465px; height: 657px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/TLZPxL-m40I/AAAAAAAAARE/ArhhQxjXXQY/s400/crs_cartaz.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5527693299091432258" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3848210716639244068-4026578563104148387?l=doutora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doutora.blogspot.com/feeds/4026578563104148387/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2010/10/iii-interligas-de-psiquiatria.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/4026578563104148387'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/4026578563104148387'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2010/10/iii-interligas-de-psiquiatria.html' title='III Interligas de Psiquiatria - 16/outubro/2010'/><author><name>Nina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09690911304677256757</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/StZ3A-Xb3RI/AAAAAAAAAAM/r1jdHopkghg/S220/Nina.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/TLZPxL-m40I/AAAAAAAAARE/ArhhQxjXXQY/s72-c/crs_cartaz.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3848210716639244068.post-7665573446105155335</id><published>2010-08-15T16:52:00.001-03:00</published><updated>2010-08-15T16:55:02.999-03:00</updated><title type='text'>Residencia em Psiquiatria</title><content type='html'>Fonte: http://www.psiquiatriageral.com.br/residencia/residencia_psiquiatria_brasil.htm
&lt;table width="100%" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 204);font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:180%;"  &gt;&lt;strong&gt;RESIDÊNCIA                            EM PSIQUIATRIA NO BRASIL: UMA CONTRIBUIÇÃO                            PARA O DEBATE&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;                     &lt;/tr&gt;                     &lt;tr&gt;                        &lt;td&gt;
&lt;/td&gt;                     &lt;/tr&gt;                     &lt;tr&gt;                        &lt;td&gt;
&lt;/td&gt;                     &lt;/tr&gt;                     &lt;tr&gt;                        &lt;td&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:78%;"  &gt;&lt;strong&gt;Revista                            Brasileira de Psiquiatria
                         Volume 27 - Nº 1 - Março 2005 P. 1-87
                         Órgão Oficial da ABP ( Associação                            Brasileira de Psiquiatria)
                       
                       
                         &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;
                       
                         Marcus Vinicius Zanetti e Bruno Mendonça Coelho
                         Departamento de Psiquiatria da Faculdade de
                         Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP)                          
                       
                         Francisco Lotufo Neto
                         Programa de Residência Médica do Departamento                            de
                         Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade                            de São Paulo (FMUSP)
                       
                       
                       
                         &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:78%;"  &gt;&lt;strong&gt;                            &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;                     &lt;/tr&gt;                     &lt;tr&gt;                        &lt;td&gt;
&lt;/td&gt;                     &lt;/tr&gt;                     &lt;tr&gt;                        &lt;td&gt;
&lt;/td&gt;                     &lt;/tr&gt;                     &lt;tr&gt;                        &lt;td height="0"&gt; &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;       A                            Psiquiatria é uma das especialidades que mais                            cresce na medicina, não só pelo aumento                            da demanda populacional como pelo surgimento constante                            de novos conhecimentos. O incremento de informações                            na área é tão grande que os periódicos                            especializados no mundo são, hoje, mais de 1.800                            cadastrados apenas no PsycINFO da ISP. Isto, aliado                            ao incessante debate sobre a nosologia dos transtornos                            mentais, torna o estudo teórico da psiquiatria                            uma árdua tarefa.
                       
                                Segundo a                            Organização Mundial de Saúde (OMS),                            em seu Relatório Sobre a Saúde no Mundo,                            2001, os transtornos mentais acometem mais de 450 milhões                            de pessoas e respondem por 12,3% das causas de enfermidades                            e invalidez.
                         Este número deve chegar a 562 milhões                            em 2020. Isso ocasionará uma enorme demanda aos                            serviços de psiquiatria, situação                            esta já acontecendo no Brasil.
                       
                                Em 2002, a                            Associação Mundial de Psiquiatria (WPA)                            publicou o World Psychiatric Association Institutional                            Program on the Core Training Curricutum for Psychiatry,                            fruto de intenso debate entre especialistas e em grande                            parte baseado no resultado de um levantamento conduzido                            pela própria WPA sobre programas de residência                            em psiquiatria de todo o mundo - Statistical Report                            of the International Survey on Graduate Training in                            General Psychiatry. Nele, pela primeira vez, a WPA define                            recomendações mínimas para um currículo                            de especialização em psiquiatria, incluindo                            partes teórica e prática.
                       
                                Dentre estas,                            destacam-se uma duração mínima                            de três anos para residência em psiquiatria                            geral, em período integral e incluindo um mínimo                            de seis meses em neurologia e medicina interna, um mínimo                            de seis meses de estágios opcionais, ensino englobando                            todas as idades do ciclo de vida do ser humano, e obrigatoriedade                            de estágios especiais em emergências psiquiátricas,                            álcool e drogas, reabilitação,                            psiquiatria forense e distúrbios do aprendizado.2
                       
                                Curiosamente,                            nenhuma instituição psiquiátrica                            do Brasil, o maior país da América Latina,                            respondeu ao questionário do levantamento feito                            pela WPA, no qual constam informações                            de centros de formação da Argentina, Uruguai,                            Chile, Colômbia, México e países                            de outros continentes. Dos programas avaliados por este                            relatório estatístico, 88,4% possuem três                            ou mais anos de duração, chegando-se a                            até seis anos, e 92,3% têm pelo menos um                            mês de treinamento em neurologia.2
                       
                                Os endereços                            eletrônicos de universidades brasileiras são,                            em grande parte, precários. Dificilmente um departamento                            de psiquiatria brasileiro tem uma página na internei,                            ainda mais dedicada à residência médica.                            A duração de dois anos exigida para a                            formação do psiquiatra no Brasil não                            cumpre a recomendação mínima de                            três anos proposta pela WPA, praticada na maioria                            dos países latino-americanos; nenhuma instituição                            brasileira oferece o mínimo de seis meses de                            treinamento em neurologia e medicina interna recomendado                            pela WPA.
                       
                                Assim, verifica-se                            que os modelos de residência médica em                            psiquiatria no Brasil encontram-se defasados em relação                            à formação preconizada pela WPA                            e observada em diversos países, mesmo na América                            Latina. Esta insuficiente formação obriga                            os profissionais a buscarem cursos extracurriculares,                            cuja qualidade algumas vezes não pode ser garantida.
                       
                                Impõe-se                            uma reestruturação dos programas de residência                            médica em psiquiatria no Brasil, a começar                            pelo tempo de formação mínima exigido,                            com critérios a serem estabelecidos pela Associação                            Brasileira de Psiquiatria e regulamentados pela Comissão                            Nacional de Residência Médica e pelo Ministério                            da Educação e Cultura.
                       
                                O ensino da                            psicoterapia é assunto também controverso.                            Ao analisarmos os currículos de diversos países,                            podemos observar tendência em valorizar este conhecimento,                            preconizando-se o contato do residente com suas diversas                            modalidades, inclusive na forma de subespecialização                            nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido.2-3                            No Brasil, o ensino da psicoterapia encontra-se longe                            do ambiente universitário, concentrado em cursos                            livres ou ligados às sociedades específicas.                            O ensino de novas formas de terapia, validadas pela                            literatura, restringe-se a pouquíssimas escolas                            do sul e sudeste.4 A falta de regulamentação                            deste importante instrumento terapêutico tem levado                            à sua banalização, evidente com                            o surgimento quase diário de "psicoterapias"                            ligadas a sociedades religiosas, esotéricas e                            filosóficas, ou de "cursos técnicos".
                       
                                Dessa forma,                            considerando o panorama acima exposto, tópicos                            apresentam-se como fundamentais para continuar o debate                            acerca da reestruturação da especialização                            em psiquiatria no Brasil:
                       
                                1) Recomendações                            da WPA;
                       
                                2) Duração                            mínima de três anos, considerando-se, porém,                            a possibilidade de maior duração            em                            instituições com estrutura capacitada                            para tal;
                       
                                3) Currículo                            flexível para adaptar-se às novas circunstâncias                            que surgem diariamente,            considerando                            também as diferenças regionais de cada                            escola médica ou serviço;
                       
                                4) Estágio                            em neurologia e sua duração;
                       
                                5) Conteúdo                            programático diversificado, incluindo neurociências,                            psicopatologia, filosofia,            teorias                            psicodinâmicas, psicofarmacologia, discussões                            de artigos científicos e bases            teóricas                            da psiquiatria clínica;
                       
                                6) Estágio                            psiquiátrico em todos os níveis de atendimento                            - ambulatorial, enfermaria,             reabilitação,                            hospital-dia e comunitário;
                       
                                7) Obrigatoriedade                            do ensino de psiquiatria infantil, geriátrica                            e forense, de interconsultas e            álcool                            e drogas;
                       
                                8) Ensino                            teórico e prático de psicoterapia, possibilitando                            o contato do residente com linhas            terapêuticas                            diversificadas, incluindo abordagens individual, conjugal,                            familiar e em grupo;
                       
                                9) Carga                            horária reservada para áreas optativas,                            permitindo ao residente realizar            intercâmbios,                            aprofundar-se em alguma área de interesse ou                            iniciar atividade de pesquisa;
                       
                              10) Subespecialização                            através da regulamentação de programas                            de residência médica em             psiquiatria                            infantil, psiquiatria geriátrica, psiquiatria                            forense, psicoterapia e outras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                         &lt;/td&gt;                     &lt;/tr&gt;                     &lt;tr&gt;                        &lt;td&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;
                         &lt;/span&gt;
                       
                       
                       
                         &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;                     &lt;/tr&gt;                     &lt;tr&gt;                        &lt;td&gt;&lt;div align="center"&gt;                           &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;
                         
                              &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 204);"&gt;&lt;strong&gt;Referências&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;
                         
                                   World Health                              Organization. The World Health Report 2001. Health:                              new understanding, new         hope.                              Geneva: World Health Organization; 2001. &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;                           &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;       World                              Psychiatric Association. Institutional Program on                              the Core Training Curricuium for        Psychiatry.                              virginia: Worid Psychiatry Association; 2002.
                         
                                 Basic Specialist Training                              Handbook. Royal College of Psychiatrists; 2003. Avaliablein                              URL:        http://www.rcpsych.ac.uk/traindev/postgrad/                              index.htm&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                           &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;       Mello                              MF de. Terapia Interpessoal: um modelo breve e focal.                              Rev Brás  Psiquiatr 2004;26(2):124-30.                              &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                         &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3848210716639244068-7665573446105155335?l=doutora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doutora.blogspot.com/feeds/7665573446105155335/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2010/08/residencia-em-psiquiatria.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/7665573446105155335'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/7665573446105155335'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2010/08/residencia-em-psiquiatria.html' title='Residencia em Psiquiatria'/><author><name>Nina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09690911304677256757</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/StZ3A-Xb3RI/AAAAAAAAAAM/r1jdHopkghg/S220/Nina.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3848210716639244068.post-4098928024099028375</id><published>2010-08-07T21:20:00.004-03:00</published><updated>2010-08-07T21:28:54.242-03:00</updated><title type='text'>Malformação x Má formação</title><content type='html'>LINGUAGEM MÉDICA - MALFORMAÇÃO, MÁ FORMAÇÃO&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/TF35__x6wII/AAAAAAAAAQk/76IMxXS5cQI/s1600/sociedades-de-medicina.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 300px; height: 269px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/TF35__x6wII/AAAAAAAAAQk/76IMxXS5cQI/s320/sociedades-de-medicina.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5502829197564493954" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;

Fonte: http://usuarios.cultura.com.br/jmrezende/malforma%E7%E3o.htm

    A palavra malformação, de largo uso em biologia e medicina, tem sido apontada como mal formada pelos guardiães da língua portuguesa. O argumento utilizado é sempre o mesmo: mal é advérbio e antes de um substantivo deve vir um adjetivo e não um advérbio; portanto, em lugar de mal deve usar-se o adjetivo feminino má - má formação, palavra que também aparece escrita de duas outras maneiras: má-formação e maformação.
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;        É óbvio que a norma gramatical alegada é correta e deve ser observada. Contudo, a questão não é tão simples como parece à primeira vista e merece uma análise mais detida.
    Em primeiro lugar, apesar de suas raízes latinas, o termo não teve o seu berço na língua portuguesa. Fosse este o caso e certamente a citada regra teria sido obedecida. A introdução da palavra no vocabulário médico se deu na língua inglesa em 1800, segundo o Oxford English Dictionary,[1] e na língua francesa em 1867, segundo Robert. [2]. Em ambas estas línguas a palavra tem a mesma representação gráfica - malformation.
    Nenhum dicionário da língua portuguesa do século XIX registra malformação ou má formação e os lexicógrafos do século XX dão o termo como uma adaptação do francês [3][4] ou do inglês. [5]
    No dicionário de Aulete-Garcia, 3.ed., lê-se o que segue:
    "Malformação - (med.). O termo vem do inglês malformation e este do latim mal(a) + formatio, donde ser artificial a variante má-formação, pretendida por alguns".[5]
    Malformação não é a única palavra da língua portuguesa em que aparece mal em lugar de má. Temos, consagradas, malcriação, malfeitoria, malsonância, malquerença, malversão ou malversação e malandança.
    Em nenhum dos casos pode-se afirmar que mal entrou na composição da palavra como advérbio. Malcriação, segundo Pedro Pinto, é resultante de uma forma arcaica malaformação.[6] Embora a maioria dos nossos lexicógrafos ainda não tenha tomado conhecimento do fato, malcriação já não é o mesmo que má criação na linguagem popular e tornou-se sinônimo de malcriadez, que é pouco usado, ou seja, expressa resposta desaforada a um superior, ação ou dito descortês, indelicado, grosseiro.[7] No caso de malfeitoria admite-se que a palavra seja derivada de malfeitor, que a precedeu.[8] Do mesmo modo se explica malsonância, derivada do adjetivo malsonante.[8] Malversão e malversação são deverbais de malversar, do latim male versari (comportar-se mal).[5] Malquerença é igualmente um derivado pós-verbal de malquerer.[9] No caso de malandança, não poderia tratar-se de um l eufônico para evitar o encontro vocálico a-a?
    Assim, cada exceção à regra tem sua razão de ser e não surgiu por acaso ou por ignorância.
    No Brasil, o termo malformação aparentemente era pouco empregado até o início do século XX. Basta dizer que o mesmo não figura na obra especializada Noções de teratologia, publicado na Bahia em 1914, pelo Prof. Guilherme Rebello, quem utilizou anomalia e aberração em lugar de malformação.[10]
    Aos poucos o termo malformação foi sendo incorporado à linguagem médica e já em 1938, Pedro Pinto comentava que o mesmo estava sendo utilizado "pelos melhores escritores médicos de nosso tempo".[11]
    Os léxicos da língua portuguesa, editados a partir de 1950, têm assumido posições divergentes entre si no tocante ao termo malformação. Poderíamos catalogá-los, conforme o critério adotado, nos seguintes grupos:
    1. Os que averbam as duas formas, malformação e má formação, não fazendo distinção entre elas.[12[13][14]
    2. Os que registram as duas formas, com preferência para malformação.[5][15][16]
    3. Os que registram as duas formas, com preferência para má formação. [4[8][17]
    4. Os que averbam as duas formas, com maior abrangência semântica para malformação. [9][18][19]
    5. Os que consignam apenas malformação.[3][20]
    6. Os que ignoram ambas as formas. [21][22]
    Observe-se a mudança de posição do Aurélio, que estava no grupo 2 na segunda edição e passou para o grupo 3 na terceira edição.
    Aqui, como em tantas outras questões linguísticas, deve prevalecer, acima das regras gramaticais, o bom-senso e o respeito ao uso e à tradição, sobretudo quando não há unanimidade de pontos de vista entre os doutos e letrados.
    Convém lembrar que esta discussão se refere unicamente à linguagem médica e não à linguagem em geral. É bem de ver que na linguagem literária, a expressão má formação emerge naturalmente na exposição de uma idéia, fato ou evento, sempre que se procura caracterizar a gênese imperfeita, a variante anômala ou incompleta do ser ou do objeto em referência.
    Como termo técnico, no entanto, malformação tem significado preciso e acha-se definitivamente integrado no vocabulário biomédico. De acordo com o banco de dados da BIREME, disponíveis através do programa LILACS, foram publicados nos últimos 20 anos (1981 a 2000) 141 artigos científicos em revistas médicas brasileiras, utilizando no título do trabalho, ou malformação no singular, ou malformações no plural, e nenhum com a palavra má formação em qualquer de suas variantes,o que demonstra que malformação tem a preferência absoluta dos profissionais da área da saúde e deve prevalecer.[23]
    O único reparo que se poderia fazer diz respeito à expressão malformação congênita ou, o que é mais comum, malformações congênitas,no plural. Dos 141 trabalhos indexados pela BIREME, acima referidos, 12 utilizaram a expressão malformação congênita no singular, e 42, malformações congênitas no plural.
    Já em 1898, Littré definia claramentre o caráter congênito das malformações, reservando a denominação de deformações para os defeitos adquiridos.[24] Subentende-se, portanto, que toda malformação é congênita.
&lt;/div&gt;

Referências bibliográficas

1. OXFORD ENGLISH DICTIONARY (Shorter), 3.ed. - Oxford, Claredon Press, 1978.
2. ROBERT, P.: Dictionnaire alphabétique et analogique de la langue française. Paris, Dictionnaires Le Robert, 1987.
3. NASCENTES, A. - Dicionário da língua portuguesa (4 vol.) Academia Brasileira de Letras, 1961-1967.
4. CUNHA, A.G. - Dicionário etimológico. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1982.
5. AULETE, F.J.C., GARCIA, H. - Dicionário contemporâneo da língua portuguesa, 3.ed. (5 vol.) Rio de Janeiro, Ed. Delta, 1980.
6. PINTO, P.A. - Dicionário de termos médicos, 2.ed. Rio de Janeiro, 1938.
7. CABRAL, T. - Novo dicionário de termos e expressões populares. Fortaleza (CE), Ed. UFC. 1982.
8. FERREIRA, A.B.H. - Novo dicionário da língua portuguesa, 3.ed. Rio de Janeiro, Ed. Nova Fronteira, 1999.
9. MICHAELIS - Moderno dicionário da língua portuguesa. São Paulo, Cia. Melhoramentos, 1998.
10. REBELLO, Guilherme Pereira. Noções de teratologia. Bahia, Liv. Catilina, 1914.
11. PINTO, P.A. - Dicionário de termos médicos, 2.ed. Rio de Janeiro, 1938
12. MORAIS SILVA, A. - Grande dicionário da língua portuguesa, 10.ed. (12 vol.), Lisboa, Confluência, 1949-1959.
13. BUENO, F.S. - Grande dicionário etimológico-prosódico da língua portuguesa (8 vol.) São Paulo, Ed. Saraiva, 1963.
14. ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS - Vocabulário ortográfico da língua portuguesa, 3. ed. Rio de Janeiro, Imprensa Nacional, 1999.
15. PACIORNIK, R. - Dicionário médico, 2.ed. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 1975.
16. FERREIRA, A.B.H. - Novo dicionário da língua portuguesa, 2.ed. Rio de Janeiro, Ed. Nova Fronteira, 1986.
17. CEGALLA, D.P. - Dicionário de dificuldades da língua portuguesa. Rio de Janeiro, Ed. Nova Fronteira, 1996
18.  FREIRE, L. - Grande e novíssimo dicionário da língua portuguesa, 3.ed. (5 vol.) Rio de Janeiro, José Olympio Ed., 1957.
19. GRANDE DICIONÁRIO BRASILEIRO MELHORAMENTOS, 8.ed. (5 vol.) São Paulo, Cia. Editora Nacional, 1975.
20. REY, L. - Dicionário de termos técnicos de medicina e saúde. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan S.A., 1999.
21. MACHADO, J.P. - Dicionário etimológico da língua portuguesa, 3.ed. (5 vol.) Lisboa, Livros Horizonte, 1977.
22. SÉGUIER, J. - Dicionário prático ilustrado. Porto, Lello &amp;amp; Irmão Ed., 1981.
23. BIREME -  http://www.bireme.br/cgi-bin/wxislind.exe/iah/online/
24. LITTRÉ, E. - Dictionnaire de médecine, de chirurgie, de pharmacie et l'art vétérinaire et des sciences qui s'y rapportent, 18. ed. Paris, Librarie J.-B. Baillière et Fils, 1898.


Publicado no livro Linguagem Médica, 3a. ed., Goiânia, AB Editora e Distribuidora de Livros Ltda, 2004..

Joffre M de Rezende
Prof. Emérito da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás
Membro da Sociedade Brasileira de História da Medicina
e-mail: jmrezende@cultura.com.br
http:www.jmrezende.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3848210716639244068-4098928024099028375?l=doutora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doutora.blogspot.com/feeds/4098928024099028375/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2010/08/malformacao-x-ma-formacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/4098928024099028375'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/4098928024099028375'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2010/08/malformacao-x-ma-formacao.html' title='Malformação x Má formação'/><author><name>Nina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09690911304677256757</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/StZ3A-Xb3RI/AAAAAAAAAAM/r1jdHopkghg/S220/Nina.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/TF35__x6wII/AAAAAAAAAQk/76IMxXS5cQI/s72-c/sociedades-de-medicina.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3848210716639244068.post-7765878229284925965</id><published>2010-03-08T12:55:00.002-03:00</published><updated>2010-03-08T13:00:49.124-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vascular'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cardiologia'/><title type='text'>Tratado de Medicina Cardiovascular</title><content type='html'>Visualização parcial do livro no Google Livros!
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Tratado de Medicina Cardiovascular; Braunwald, Zipes, Libby&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Editora Roca &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;ISBN 8572411372, 9788572411370 &lt;/li&gt;


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A residência é um dos caminhos da especialização para o médico. O outro é fazer a prova das sociedades e associações de especialidades médicas. As residências mais concorridas costumam ser as de dermatologia (130 candidatos a 6 vagas na Unifesp, por exemplo), ortopedia (80 disputando 5 vagas também na Unifesp), oftalmologia e clínica médica. "Valeu a pena fazer o cursinho, mas não é isso que vai decidir o sucesso", diz Barreira. "O importante é ter feito um bom internato (os últimos anos da faculdade)."
Pelo menos três grandes cursos - MedCel, SJT e MedCurso - já têm suas filiais espalhadas por todo o País. O primeiro tem ainda unidades em Santa Cruz de La Sierra e Cochabamba, na Bolívia, destino de muitos alunos brasileiros que fazem graduação no exterior. As aulas acontecem normalmente durante os finais de semana e contam com atividades online, além de serem transmitidas via satélite para as unidades mais distantes. O curso dura um ano e custa entre R$ 350 e R$ 500.
"Temos 52 unidades em todo o País, e outras 20 aptas a receber as aulas. Basta haver a demanda e estaremos lá", diz Atílio Gustavo Blanco Barbosa, diretor do MedCel. O SJT também tem planos de expandir suas 22 filiais no País. O curso, aberto há oito anos em São Paulo, tem cerca de 2.800 alunos e deve englobar mais dez unidades em 2007. "O curso é uma revisão da faculdade", diz o coordenador pedagógico do SJT, Raimundo Araújo Gama. "O aluno entra na faculdade com 17 anos e aqui tem o resgate de uma série de perdas que teve durante o curso." A direção da MedCurso foi procurada pela reportagem, mas não retornou as ligações.

Dicas para passar na prova
Apesar do sucesso dessas empresas, a opinião da maioria das faculdades sobre elas é desfavorável. "Não é uma atividade ilegal, mas é moralmente questionável", diz Maria do Patrocínio Tenório Nunes, coordenadora de Residência Médica da Faculdade de Medicina da USP. Ela questiona a presença de professores das universidades públicas nesses cursinhos. "Se eu aprendo todas as técnicas e metodologia de ensino em uma instituição pública, é ético cobrar por isso?", pergunta.
A opinião do coordenador do exame de residência da Universidade Federal Paulista, Flávio Faloppa, não é diferente. Preocupados em passar na prova, os alunos deixam as atividades da faculdade de lado. "A formação humanística vem através do dia-a-dia, da relação médico-paciente", diz. "Isso não se aprende nos cursinhos."
Um absurdo. Essa é a definição do secretário executivo da Comissão Nacional de Residência Médica do Ministério da Educação, Antônio Carlos Lopes, para o crescimento dos cursinhos preparatórios para provas das especialidades médicas.
A expansão, segundo ele, é reflexo da fragilidade de alguns cursos de Medicina. O aluno deixa de aprender onde deveria e tem de recorrer aos cursinhos. "Eles são uma ferramenta de exclusão social", diz. "Quem tem dinheiro pode pagar e receber uma série de dicas para passar nas provas que não têm o exame prático."
O exame a que Lopes se refere vem sendo adotado pelas universidades como forma de selecionar melhor os alunos e como desestímulo aos cursinhos. A primeira prova a adotar o exame prático foi a da Faculdade de Medicina da USP, em São Paulo.
Há quatro anos, o exame era só com questões de múltipla escolha. Um ano depois incluiu as questões dissertativas. Hoje, essas questões têm peso 5. A parte prática, 4, e a entrevista, 1. "Concluímos que as provas de múltipla escolha são inadequadas para avaliar o conhecimento médico", diz Maria do Patrocínio Tenório Nunes. "São questões sem margem para interpretação."

Mal necessário
Para os alunos, no entanto, os cursinhos parecem continuar sendo um mal necessário. "É lamentável a proliferação dos cursinhos", conta a médica Andréia de Almeida Tamega, formada há três anos pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). "Mas as provas não condizem com nosso internato."
A própria Andréia não escapou. Após se formar, ingressou na residência em Saúde Pública. No último dos três anos da especialização começou a fazer o cursinho para prestar a prova para dermatologia. Agora está no primeiro ano de sua segunda residência. "Hoje, as pessoas não estudam mais pelos livros acadêmicos e sim pelas apostilas desses cursos", revela.

Números
9.113 formandos em Medicina chegaram ao mercado em 2005. Depois de seis anos de faculdade, tornam-se clínicos gerais e a maior parte irá tentar se tornar especialista em alguma área. A prova de residência médica é a forma mais indicada para isso.
17.861 vagas de residência médica são oferecidas todos os anos, em média. Os números são do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) do Ministério da Educação (MEC). Apesar de ser superior ao número de formandos por ano, especialistas apontam insuficiências como a alta concentração regional.
149 cursos de Medicina estão espalhados pelo Brasil. Destes, 39 são federais, 24 estaduais, 6 municipais, 34 particulares e 46 filantrópicos.
29 cursos de Medicina são oferecidos no Estado de São Paulo. Isso corresponde a quase 20% do total.

Fonte: jornal O Estado de S.Paulo &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3848210716639244068-3273879374998942388?l=doutora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doutora.blogspot.com/feeds/3273879374998942388/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2010/01/cursinhos-se-especializam-em-candidatos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/3273879374998942388'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/3273879374998942388'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2010/01/cursinhos-se-especializam-em-candidatos.html' title='Cursinhos se especializam em candidatos à residência médica'/><author><name>Nina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09690911304677256757</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/StZ3A-Xb3RI/AAAAAAAAAAM/r1jdHopkghg/S220/Nina.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3848210716639244068.post-3146755349195671461</id><published>2009-12-26T18:09:00.002-02:00</published><updated>2009-12-26T18:13:59.423-02:00</updated><title type='text'>Gripe Suína - Forma "Rapidamente Fatal"</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Cientistas brasileiros apontam forma "rapidamente fatal" da gripe suína&lt;/span&gt;

&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pessoas que morreram contaminadas com o vírus da gripe suína (H1N1) contraíram uma forma "rapidamente fatal" da doença, e em consequência disso faleceram com danos graves nos pulmões --apesar de a doença se manifestar de diferentes maneiras em cada pessoa--, indicou um estudo divulgado na quinta-feira (24).

&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://wanderlustandlipstick.com/blogs/wandermom/files/2009/05/b00526-h1n1-flu-med.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 290px; height: 238px;" src="http://wanderlustandlipstick.com/blogs/wandermom/files/2009/05/b00526-h1n1-flu-med.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;No primeiro estudo deste tipo, pesquisadores do Brasil examinaram 21 pacientes com idades entre 1 e 68 anos que morreram em São Paulo com o vírus H1N1 entre julho e agosto deste ano.

Todos os pacientes "apresentaram uma forma progressiva e rapidamente fatal da doença", apontou o estudo, que será publicado na edição de 1º de janeiro do "American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine, da American Thoracic Society".

&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pulmão danificado&lt;/span&gt;

Os cientistas descobriram que todos os pacientes estudados morreram com uma condição severa e aguda nos pulmões, e identificaram entre eles três padrões de danos ao pulmão, concluindo que a gripe suína "mata de diferentes maneiras".

"Todos os pacientes têm um quadro de ferimento pulmonar agudo", afirmou Thais Mauad, professora associada do departamento de Patologia da Universidade de São Paulo (USP), que coordenou o estudo.

No entanto, enquanto alguns dos pacientes apresentavam apenas danos agudos nos pulmões, outros tinham também uma bronquiolite necrosante --uma inflamação severa dos bronquíolos--, e em outros havia um "padrão hemorrágico", explicou Mauad.

Pacientes com bronquiolite necrosante têm mais tendência a desenvolver uma coinfecção bacteriana; por outro lado, pacientes com doenças cardíacas ou câncer têm mais tendência a apresentar um quadro de hemorragia nos pulmões.

"É importante ter em mente que pacientes com condições médicas preexistentes devem ser monitorados adequadamente, já que correm risco maior de desenvolver uma infecção severa com H1N1", destacou Mauad.

Dos 21 pacientes incluídos na pesquisa, 16 apresentavam condições médicas preexistentes, como doenças cardíacas ou câncer.

Os cientistas também encontraram evidências de "uma resposta imunológica aberrante" nos pulmões de alguns dos pacientes, o que "sugere que uma resposta inflamatória extremamente vigorosa foi estimulada pela infecção viral e pode se espalhar para o tecido pulmonar, danificando-o e causando um dano agudo ao pulmão e falência respiratória fatal", indicou John Heffner, ex-presidente da American Thoracic Society.
&lt;/div&gt;
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u671460.shtml&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3848210716639244068-3146755349195671461?l=doutora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doutora.blogspot.com/feeds/3146755349195671461/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2009/12/gripe-suina-forma-rapidamente-fatal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/3146755349195671461'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/3146755349195671461'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2009/12/gripe-suina-forma-rapidamente-fatal.html' title='Gripe Suína - Forma &quot;Rapidamente Fatal&quot;'/><author><name>Nina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09690911304677256757</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/StZ3A-Xb3RI/AAAAAAAAAAM/r1jdHopkghg/S220/Nina.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3848210716639244068.post-4097679523479183605</id><published>2009-12-10T12:58:00.007-02:00</published><updated>2009-12-18T10:15:40.316-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ginecologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><title type='text'>Miomas</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: center"&gt;Laparoscopia mostrando mioma subseroso anterior (pediculado) e outro mioma intramural posterior. Abaixo, esquema de Netter para miomas uterinos.&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: center"&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;object width="445" height="364"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/mBZmNK5VITg&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0&amp;amp;border=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/mBZmNK5VITg&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0&amp;amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;





&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.idadedosucesso.com.br/Imagens/mioma_uterino.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; FLOAT: left; HEIGHT: 242px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://www.idadedosucesso.com.br/Imagens/mioma_uterino.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;div style="TEXT-ALIGN: center"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 260px; DISPLAY: block; HEIGHT: 288px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_iQF5jvPucDQ/SqxCL98ZYAI/AAAAAAAAACs/g80NyFRAGjo/s320/mioma2.gif" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3848210716639244068-4097679523479183605?l=doutora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doutora.blogspot.com/feeds/4097679523479183605/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2009/12/miomas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/4097679523479183605'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/4097679523479183605'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2009/12/miomas.html' title='Miomas'/><author><name>Nina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09690911304677256757</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/StZ3A-Xb3RI/AAAAAAAAAAM/r1jdHopkghg/S220/Nina.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_iQF5jvPucDQ/SqxCL98ZYAI/AAAAAAAAACs/g80NyFRAGjo/s72-c/mioma2.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3848210716639244068.post-7504399653715803091</id><published>2009-12-10T12:55:00.004-02:00</published><updated>2009-12-18T10:15:53.781-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ginecologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><title type='text'>Doença Inflamatória Pelvica - DIP</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://youtube.com/v/Kt8maQJ0TE4"&gt;&lt;embed height="350" width="425" type="application/x-shockwave-flash" src="http://youtube.com/v/Kt8maQJ0TE4"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: center"&gt;Este vídeo mostra cirurgia laparoscopica para a liberação de aderências em uma infecção por Chlamidia Trachomatis - Doença Inflamatória Pelvica.&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: center"&gt;
&lt;/div&gt;Fatores de risco:
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Mulher jovem&lt;/li&gt;&lt;li&gt;sem uso de contraceptivos orais&lt;/li&gt;&lt;li&gt;baixo nível socioeconômico&lt;/li&gt;&lt;li&gt;nulípara&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Esquema da Cirurgia Laparoscópica do Vídeo: &lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/SyESeQ1fVjI/AAAAAAAAAN4/t8dHed3-xbs/s1600-h/laparoscopia+pelvica.png"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 171px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5413628538200741426" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/SyESeQ1fVjI/AAAAAAAAAN4/t8dHed3-xbs/s320/laparoscopia+pelvica.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3848210716639244068-7504399653715803091?l=doutora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doutora.blogspot.com/feeds/7504399653715803091/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2009/12/doenca-inflamatoria-pelvica-dip.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/7504399653715803091'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/7504399653715803091'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2009/12/doenca-inflamatoria-pelvica-dip.html' title='Doença Inflamatória Pelvica - DIP'/><author><name>Nina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09690911304677256757</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/StZ3A-Xb3RI/AAAAAAAAAAM/r1jdHopkghg/S220/Nina.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/SyESeQ1fVjI/AAAAAAAAAN4/t8dHed3-xbs/s72-c/laparoscopia+pelvica.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3848210716639244068.post-5044698397321033762</id><published>2009-12-08T23:58:00.004-02:00</published><updated>2009-12-18T10:16:03.779-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Neurologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><title type='text'>Sinal de Gower</title><content type='html'>&lt;object width="445" height="364"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ti-ffQesGvE&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0&amp;amp;border=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/ti-ffQesGvE&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0&amp;amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;

&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Sinal característico das Distrofias Musculares Progressivas de Duchenne e Becker. Duchenne é mais grave e começa mais cedo. Atinge principalmente homens (é raríssimo em mulheres) pois é uma herança genética recessiva ligado ao cromossoma X. A manobra (ou sinal) de Gower é mostrado muito caracteristicamente nesse video. Consiste no ato de "escalar" o proprio corpo, muitas vezes também abriundo as pernas para melhor apoio prejudicado devido a distrofia muscular. Todas as distrofias musculares são progressivas.&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.distrofiamuscular.net/Gowers.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 449px; DISPLAY: block; HEIGHT: 150px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://www.distrofiamuscular.net/Gowers.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3848210716639244068-5044698397321033762?l=doutora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doutora.blogspot.com/feeds/5044698397321033762/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2009/12/sinal-de-gower.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/5044698397321033762'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/5044698397321033762'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2009/12/sinal-de-gower.html' title='Sinal de Gower'/><author><name>Nina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09690911304677256757</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/StZ3A-Xb3RI/AAAAAAAAAAM/r1jdHopkghg/S220/Nina.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3848210716639244068.post-510754969846052407</id><published>2009-12-05T01:13:00.011-02:00</published><updated>2009-12-18T10:16:14.968-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Acadêmico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><title type='text'>Vale a pena ser médico</title><content type='html'>&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; FLOAT: right; HEIGHT: 124px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5413630645031165586" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/SyEUY5ZAXpI/AAAAAAAAAOA/wUV-3UcuaWM/s200/cora%C3%A7ao.png" /&gt; &lt;div align="justify"&gt;A todos da área da saúde, médicos, enfermeiros e principalmente estudantes: Não deixem de ver este vídeo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É triste ver colegas estudando e exercendo a medicina sem motivos nobres, se esquecendo que seu material de trabalho são VIDAS. Sem pensar que antes de ser médico ele deve ser humano.
Esse é um dos maiores ideais que eu busco na medicina e quero continuar buscando.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Documentário - Diretor Edison Batata Addor - Diretor de Fotografia William Barreto - Título : Vale a pena ser médico - Temática : Motivador aos Médicos, buscando valores nobres sobre a medicina.
&lt;/div&gt;&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;

&lt;center&gt;
&lt;object width="445" height="364"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/hPuYOY65XFc&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0&amp;amp;border=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/hPuYOY65XFc&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0&amp;amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3848210716639244068-510754969846052407?l=doutora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doutora.blogspot.com/feeds/510754969846052407/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2009/12/vale-pena-ser-medico.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/510754969846052407'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/510754969846052407'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2009/12/vale-pena-ser-medico.html' title='Vale a pena ser médico'/><author><name>Nina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09690911304677256757</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/StZ3A-Xb3RI/AAAAAAAAAAM/r1jdHopkghg/S220/Nina.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/SyEUY5ZAXpI/AAAAAAAAAOA/wUV-3UcuaWM/s72-c/cora%C3%A7ao.png' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3848210716639244068.post-5679272654392445589</id><published>2009-11-16T03:27:00.010-02:00</published><updated>2009-11-16T05:24:46.519-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Acadêmico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Internet'/><title type='text'>Apresentações de Power Point para Medicina</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Da próxima vez que precisar fazer uma apresentação em público, lembre-se de fazer uma boa apresentação. A aparência é a primeira que fica, então, invista em um bom visual: de você mesmo e de sua apresentação. Aqui está um link onde você encontrará quase 300 modelos lindos de Power Point para Medicina:

&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;

&lt;a href="http://www.medicineppt.com/template/medicine/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.medicineppt.com/template/medicine/"&gt;http://www.medicineppt.com/template/medicine/&lt;/a&gt;

&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.medicineppt.com/template/medicine/"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 400px; height: 206px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/SwDoVKP741I/AAAAAAAAANQ/qF_tCSsTxqU/s400/medppt.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5404575003070686034" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;
São modelos fantásticos que transformarão sua apresentação de uma qualquer para a apresentação que não será tão cedo esquecida. Estude, pesquise, organize um excelente conteúdo e o apresente de forma decente!

Nesse mesmo link é possível achar caminhos para outras temáticas que não da saúde. Portanto, se você gostar, pode indicar para pessoas de outras áreas!

Espero que gostem! Boa sorte!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3848210716639244068-5679272654392445589?l=doutora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doutora.blogspot.com/feeds/5679272654392445589/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2009/11/apresentacoes-de-power-point-templates.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/5679272654392445589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/5679272654392445589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2009/11/apresentacoes-de-power-point-templates.html' title='Apresentações de Power Point para Medicina'/><author><name>Nina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09690911304677256757</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/StZ3A-Xb3RI/AAAAAAAAAAM/r1jdHopkghg/S220/Nina.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/SwDoVKP741I/AAAAAAAAANQ/qF_tCSsTxqU/s72-c/medppt.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3848210716639244068.post-5459457168685857553</id><published>2009-11-13T19:15:00.008-02:00</published><updated>2009-12-18T10:16:58.267-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cirurgia Torácica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><title type='text'>Derrame Pleural: Investigação e Terapêutica</title><content type='html'>Vídeo-aula livre do site MedicinaNet

&lt;div style="TEXT-ALIGN: left"&gt;&lt;a href="http://www.medicinanet.com.br/videos/aulas/225/derrame_pleural.htm"&gt;Derrame Pleural: Investigação e Terapêutica&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
Dr. Ricardo M. Terra
Medico Assistente do Serviço de Cirurgia Toracica do HCFMUSP
Coordenador do Grupo de Pleura

&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;

&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.medicinanet.com.br/videos/aulas/225/derrame_pleural.htm"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 485px; DISPLAY: block; HEIGHT: 346px; CURSOR: pointer" border="0" alt="" src="http://www.fisiorespiratoria.com.br/images/radiografias/RX_C%C3%87A_DERRAME_PLEURAL_DIR_DEC_LATERAL.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3848210716639244068-5459457168685857553?l=doutora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doutora.blogspot.com/feeds/5459457168685857553/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2009/11/derrame-pleural-investigacao-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/5459457168685857553'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/5459457168685857553'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2009/11/derrame-pleural-investigacao-e.html' title='Derrame Pleural: Investigação e Terapêutica'/><author><name>Nina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09690911304677256757</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/StZ3A-Xb3RI/AAAAAAAAAAM/r1jdHopkghg/S220/Nina.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3848210716639244068.post-1008802000634346273</id><published>2009-11-13T12:59:00.007-02:00</published><updated>2009-12-18T10:16:31.388-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Neurologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pediatria'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><title type='text'>Reflexo de Moro</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/Sv4sFPOJMyI/AAAAAAAAAMg/ETMzC8DiJAw/s1600-h/Os-Reflexos-de-sobrevivencia.jpg"&gt;
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;/a&gt;Muito bem ilustrado esse vídeo.
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
Reflexo de Moro = "abraçar" ao perder o equilíbrio.

&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;

&lt;div style="TEXT-ALIGN: center"&gt;
&lt;object width="445" height="364"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/jsLqoT4fIH8&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0&amp;amp;border=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/jsLqoT4fIH8&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0&amp;amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;h2&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;

&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/Sv4sFPOJMyI/AAAAAAAAAMg/ETMzC8DiJAw/s1600-h/Os-Reflexos-de-sobrevivencia.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 134px; CURSOR: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5403805071387996962" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/Sv4sFPOJMyI/AAAAAAAAAMg/ETMzC8DiJAw/s320/Os-Reflexos-de-sobrevivencia.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3848210716639244068-1008802000634346273?l=doutora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doutora.blogspot.com/feeds/1008802000634346273/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2009/11/reflexo-de-moro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/1008802000634346273'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/1008802000634346273'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2009/11/reflexo-de-moro.html' title='Reflexo de Moro'/><author><name>Nina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09690911304677256757</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/StZ3A-Xb3RI/AAAAAAAAAAM/r1jdHopkghg/S220/Nina.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/Sv4sFPOJMyI/AAAAAAAAAMg/ETMzC8DiJAw/s72-c/Os-Reflexos-de-sobrevivencia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3848210716639244068.post-8372992179719542196</id><published>2009-11-06T11:37:00.007-02:00</published><updated>2009-11-06T11:49:55.060-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Acadêmico'/><title type='text'>Entidades médicas querem mudar lei de estágios</title><content type='html'>Por Raquel Bocato - Folha de S.Paulo / &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u639966.shtml"&gt;retirada de Folha Online&lt;/a&gt;

&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/SvQoR_KP46I/AAAAAAAAAJk/xjwNzdOXY94/s1600-h/medical+students.png"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 0px 5px; float: right; cursor: pointer; width: 200px; height: 190px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/SvQoR_KP46I/AAAAAAAAAJk/xjwNzdOXY94/s200/medical+students.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5400986142601372578" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O número de estágios na área de saúde - especialmente em medicina e enfermagem - caiu desde que a lei do estágio entrou em vigor, há um ano.

Essa é a avaliação de Mourad Ibrahim Belaciano, presidente da Abem (Associação Brasileira de Educação Médica), e de Julio Dornelles Matos, diretor da Abrahue (Associação Brasileira dos Hospitais Universitários e de Ensino).

Por isso, as duas associações têm atuado na tentativa de flexibilização da lei de estágio.

A Abrahue participou no mês de outubro/2009 de uma audiência pública na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados para discutir as chances de alteração do texto.

Estão em análise a possibilidade de o aluno estagiar durante as férias, a flexibilização da jornada e a ampliação do limite de dois anos de estágio em uma mesma empresa.

"Em medicina, o que o estudante mais quer é estar em campo, mas a lei limita a jornada em 30 horas", diz Matos.

O presidente da Abem também cita a jornada como barreira. Ela é de 30 horas semanais para estudantes do ensino superior e de 40 horas semanais para cursos que alternam teoria e prática, no período em que não estiverem programadas aulas presenciais.

Os gestores, diz Belaciano, estão receosos com a fiscalização. Em alguns locais, afirma, o Ministério Público do Trabalho tem obrigado a empresa a assinar um termo de responsabilidade impedindo que o estudante estagie por mais de 40 horas mensais, sob pena de pagar uma multa de quase R$ 1.000 por dia por estagiário.

"A área de saúde é diferente de outras, e alguns pontos precisariam ter sido contemplados na lei", considera Belaciano, citando o regime de plantão, no qual o estudante trabalha por 24 horas - a lei permite que a jornada seja de até oito.

A Abem tem discutido com o MEC (Ministério da Educação) formas de resolver a questão do estágio em medicina. Nesta semana, a associação avaliará propostas sobre o estágio e o conteúdo de aulas práticas.

"Não é o caso de rever a lei", destaca a secretária de educação superior do MEC, Maria Paula Dallari Bucci. Para ela, o problema está na compreensão do texto. "A lei é para proteger o estagiário", diz.

Carlos Vital, vice-presidente do CFM (Conselho Federal de Medicina), defende o debate, mas ressalta que uma flexibilização deve ser calculada. Antes da lei, explica ele, o estágio funcionava, em alguns lugares, como emprego de mão de obra barata.
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3848210716639244068-8372992179719542196?l=doutora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u639966.shtml' title='Entidades médicas querem mudar lei de estágios'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doutora.blogspot.com/feeds/8372992179719542196/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2009/11/entidades-medicas-querem-mudar-lei-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/8372992179719542196'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/8372992179719542196'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2009/11/entidades-medicas-querem-mudar-lei-de.html' title='Entidades médicas querem mudar lei de estágios'/><author><name>Nina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09690911304677256757</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/StZ3A-Xb3RI/AAAAAAAAAAM/r1jdHopkghg/S220/Nina.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/SvQoR_KP46I/AAAAAAAAAJk/xjwNzdOXY94/s72-c/medical+students.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3848210716639244068.post-7859239722959931703</id><published>2009-11-06T02:01:00.003-02:00</published><updated>2009-11-16T04:01:18.186-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Obstetrícia'/><title type='text'>Placenta Prévia</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/gestantes/placenta-previa-3.php"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 162px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/Sv4tB6C-paI/AAAAAAAAAMo/ur4DcR6snc4/s320/good-velam.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5403806113676043682" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;
Placenta Prévia (Tratamentos, Tipos, Sintomas Placenta Prévia)
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;

&lt;a href="http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/gestantes/placenta-previa-3.php"&gt;http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/gestantes/placenta-previa-3.php&lt;/a&gt;
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;

Siga esse link para maiores informações sobre a Placenta Prévia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3848210716639244068-7859239722959931703?l=doutora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/gestantes/placenta-previa-3.php' title='Placenta Prévia'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doutora.blogspot.com/feeds/7859239722959931703/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2009/11/placenta-previa-tratamentos-tipos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/7859239722959931703'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/7859239722959931703'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2009/11/placenta-previa-tratamentos-tipos.html' title='Placenta Prévia'/><author><name>Nina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09690911304677256757</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/StZ3A-Xb3RI/AAAAAAAAAAM/r1jdHopkghg/S220/Nina.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/Sv4tB6C-paI/AAAAAAAAAMo/ur4DcR6snc4/s72-c/good-velam.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3848210716639244068.post-3389736298775630907</id><published>2009-11-06T00:16:00.009-02:00</published><updated>2009-12-18T10:17:20.971-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Obstetrícia'/><title type='text'>Descolamento Prematuro de Placenta</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/Sv4vA4WNfZI/AAAAAAAAANA/1woaiF1R5KY/s1600-h/Fotocolagem+Nobel+03.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 186px; CURSOR: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5403808295063223698" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/Sv4vA4WNfZI/AAAAAAAAANA/1woaiF1R5KY/s320/Fotocolagem+Nobel+03.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Prevalencia maior em mulheres multiparas e negras. Fumo, alcoolismo e cocaína predispõem ao DPP. Mas o fator etiológico mais importante é sem dúvida a hipertensão. É considerado Descolamento Prematuro de Placenta após a 20ª semana de gestação. Antes disso seria abortamento. Sobre a fisiopatologia, o primeiro fenômeno é a hemorragia decidual que inicia o descolamento. Como consequência, começa a se formar um hematoma retroplacentário que tende a invadir a placenta formando uma "cratera" na superfície placentária materna. A área descolada aumenta, provocando maior extravasamento sanguineo e aumento do volume coagulado, fechando-se assim o círculo vicioso que caracteriza a progressão e irreversibilidade do DPP. O resultado desse processo pode ser visto na placenta mostrada no vídeo, que sofreu DPP.
&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;object width="445" height="364"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/mPo8p0jqbMk&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;border=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/mPo8p0jqbMk&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3848210716639244068-3389736298775630907?l=doutora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doutora.blogspot.com/feeds/3389736298775630907/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2009/11/descolamento-de-placenta.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/3389736298775630907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/3389736298775630907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2009/11/descolamento-de-placenta.html' title='Descolamento Prematuro de Placenta'/><author><name>Nina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09690911304677256757</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/StZ3A-Xb3RI/AAAAAAAAAAM/r1jdHopkghg/S220/Nina.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/Sv4vA4WNfZI/AAAAAAAAANA/1woaiF1R5KY/s72-c/Fotocolagem+Nobel+03.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3848210716639244068.post-5610246983321692001</id><published>2009-11-01T02:06:00.001-02:00</published><updated>2009-11-16T04:04:33.310-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cirurgia plástica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Transplantes'/><title type='text'>Primeiro Transplante de Face nos EUA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Connie Culp, a paciente que fez um transplante de 80% de seu rosto foi apresentada por &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://trendsupdates.com/wp-content/uploads/2009/05/connie-culp1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 1px 1px; float: right; cursor: pointer; width: 222px; height: 153px;" src="http://trendsupdates.com/wp-content/uploads/2009/05/connie-culp1.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;médicos americanos de Cleveland, em Ohio. Por 5 meses depois da cirurgia a identidade da paciente e o que causou a trasfiguração foram mantidos em sigilo. Connie teve o rosto desfigurado em 2004 depois que o marido atirou contra o rosto dela durante uma briga. No disparo, ela perdeu um olho e o nariz, as bochechas, mandíbula e o lábio superior. "Eu não sou um monstro", afirmou a paciente durante a coletiva de imprensa na qual foi apresentada.

&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esse foi o 4º transplante de face realizado no mundo, porém foi o maior. O &lt;a href="http://doutora.blogspot.com/2007/12/francesa-que-recebeu-rosto-novo.html"&gt;primeiro transplante&lt;/a&gt; de face foi o de Isabelle Dinoire, uma cirurgia de enorme sucesso funcional e estético. Além do transplante de Dinoire, foi feito outro na França incluindo mãos, rosto e couro cabeludo em um paciente de 30 anos que sofreu um grave acidente em 2004, com extensas queimaduras. Um outro transplante ainda foi feito  em um homem na China.
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
O transplante de Connie Culp foi feito por uma &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=X9DDuAeHok8"&gt;equipe médica multidisciplinar de Cleveland&lt;/a&gt; em dezembro de 2008, depois de mais de 30 operações mal sucedidas e de ter esgotado todos os meios convencionais de cirurgia. Durante o processo pós operatório, Connie não podia comer alimentos sólidos, nem beber usando um copo, não sentia o gosto e o cheiro dos alimentos e respirava por traqueostomia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a style="font-style: italic;" href="http://www.estadao.com.br/interatividade/Multimidia/ShowGaleria.action?idGaleria=1767"&gt;Clique aqui e veja a galeria de fotos do processo operatório de Connie, seu antes e depois.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a style="font-style: italic;" href="http://www.youtube.com/watch?v=6XQGnGHSNxk"&gt;Clique aqui para ver um pequeno vídeo da coletiva de imprensa em Cleveland&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;.&lt;/span&gt;
&lt;/p&gt;&lt;span class="description"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3848210716639244068-5610246983321692001?l=doutora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doutora.blogspot.com/feeds/5610246983321692001/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2009/10/primeiro-transplante-de-face-nos-eua.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/5610246983321692001'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/5610246983321692001'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2009/10/primeiro-transplante-de-face-nos-eua.html' title='Primeiro Transplante de Face nos EUA'/><author><name>Nina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09690911304677256757</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/StZ3A-Xb3RI/AAAAAAAAAAM/r1jdHopkghg/S220/Nina.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3848210716639244068.post-5058332116255945783</id><published>2009-10-31T20:27:00.002-02:00</published><updated>2009-11-16T04:03:30.305-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psiquiatria'/><title type='text'>Revisão em Psiquiatria: DELÍRIO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.cerebromente.org.br/n17/doencas/delirium.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 152px; height: 180px;" src="http://www.cerebromente.org.br/n17/doencas/delirium.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Jaspers define o Delírio Primário ou puro com sendo um juízo patologicamente falso da realidade. Este juízo falso deve apresentar três características:
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;

&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1 - deve apresentar-se como uma convicção subjetivamente irremovível e uma crença absolutamente inabalável;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2 - deve ser impenetrável e incompreensível para o indivíduo normal, bem como, impossível de sujeitar-se às influências de correções quaisquer, seja através da experiência ou da argumentação lógica e;
&lt;/div&gt;3 - impossibilidade de conteúdo plausível.
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
Todos os casos que não satisfazem essa tríade não podem ser considerados Delírios Verdadeiros ou Delírios Primários (podem ser Idéias Deliróides ou Delírios Secundários).
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
A prática clínica da psiquiatria deixa bem claro a constatação da primeira regra de Jaspers. Diante de um paciente delirante, cuja ruptura com a realidade é evidente, não conseguimos demover tal Conteúdo do Pensamento mediante qualquer tipo de argumentação. Caso o paciente deixe-se convencer pela argumentação da lógica, razoavelmente elaboradas pelo interlocutor, decididamente não estaremos diante de um delírio, mas sim de um engano por parte do paciente ou de uma formação deliróide. Para ser delírio a convicção dever ser sempre inabalável. A argumentação racional não deve afetar a realidade distorcida ou recriada de quem delira, independentemente da capacidade convincente e da perseverança daquele que se empenhar nesta tarefa infrutífera.
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
Em relação à segunda regra, Jaspers alerta sobre a impossibilidade do Delírio ser compreendido por pessoas que mantém vínculo sólido com a realidade. A lógica da realidade do delirante não é aplicável à lógica dos indivíduos normais, daí a falta de compreensão psicológica do Delírio: carece relação entre a temática delirante e os elementos da realidade, notadamente com a conjuntura vivencial do paciente. Ao postular esta regra Jaspers definia aquilo que chamamos de DELÍRIO PRIMÁRIO, ou seja, uma idéia falseada da realidade, cujas fantasias não guardam relação com a realidade vivida. Em outras palavras, esta irredutibilidade do Delírio quer dizer que não pode haver uma relação compreensível entre o tema delirante e possíveis vivências causadoras. O que se confunde, às vezes, são histórias de afastamento da realidade posteriores à traumas emocionais mas, como já dissemos, trata-se aqui de Idéias Deliróides ou DELÍRIO SECUNDÁRIO. Nesses casos, secundários e relacionados à vivências traumáticas, o Delírio se apresenta de forma a sugerir um determinado Mecanismo de Defesa contra uma forte ameaça psíquica, normalmente angustiante, por isso falamos em DELÍRIO SECUNDÁRIO ou IDÉIA DELIRÓIDE. Aí sim, podemos interpretá-lo mediante uma análise vivencial e psicodinâmica plausíveis.
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
Exemplo: Um jovem de 23 anos, vítima de um acidente do trabalho que lhe custou a perda de quatro dedos da mão direita começou apresentar uma expressiva inadequação afetiva (ao invés de aborrecido, mostrava-se feliz) e com um delírio no qual julgava-se Deus, cheio de poderes, auto suficiente e ostensivamente ameaçador para com as pessoas que dele duvidavam. Resumidamente, está claro que tal ideação emancipada da realidade era por demais compreensível: tratava-se de um mecanismo de defesa psicotiforme no qual, em COMPENSAÇÃO à mutilação e deficiência o seu poder passou a ser infinito. Trata-se pois de uma Idéia Deliróide (ou um Delírio Secundário), o qual habitualmente pode fazer parte de numa Reação Psicótica Aguda.
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
Delírios com temática semelhante ou mesmo igual ao exemplo exposto quando surgem em pessoas sem nenhuma vivência justificadora, sem nenhuma possibilidade de redução dinâmica vivencial e impossíveis de conteúdo ou de compreensibilidade são os verdadeiros Delírios Primários. Já, a Idéia Deliróide, seria conseqüência de um estado afetivo subjacente e perfeitamente relacionável com uma vivência expressiva, por isso secundário.
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
A Idéia Delirante, ou Delírio, espelha uma verdadeira mutação na relação eu-mundo e se acompanha de uma mudança nas convicções e na significação da realidade. O delirante encontra-se imerso numa nova realidade de forma à desorganizar a sua própria identidade e se desorganiza pela ruptura entre o sujeito e o objeto, entre o interno e o externo, ou seja, entre o eu e o mundo.
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
Henri Ey trata do Delírio no capítulo reservado à Semiologia da Alienação da Pessoa e considera-o como uma modificação radical das relações do indivíduo com a realidade. Trata-se, conforme Ey, de um distúrbio que se relaciona essencialmente com a concepção do mundo, manifestando-se através de uma inversão das relações do Ego com a realidade, enfim, uma alienação do Ego.
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
Segundo Kraepelin, “Delírios são idéias morbidamente falseadas que não são acessíveis à correção por meio do argumento”. Bleuler, por sua vez, dizia que “Idéias Delirantes são representações inexatas que se formaram não por uma causal insuficiência da lógica, mas por uma necessidade interior. Não há necessidades senão afetivas”, determinava ele. Como percebemos, Kraepelin parece deter-se mais naquilo que entendemos por Delírio Primário, enquanto Bleuler já ventilava uma possibilidade do Delírio Secundário.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3848210716639244068-5058332116255945783?l=doutora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doutora.blogspot.com/feeds/5058332116255945783/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2009/10/revisao-em-psiquiatria-delirio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/5058332116255945783'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/5058332116255945783'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2009/10/revisao-em-psiquiatria-delirio.html' title='Revisão em Psiquiatria: DELÍRIO'/><author><name>Nina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09690911304677256757</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/StZ3A-Xb3RI/AAAAAAAAAAM/r1jdHopkghg/S220/Nina.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3848210716639244068.post-8379449922388132395</id><published>2009-10-30T20:42:00.004-02:00</published><updated>2009-12-14T19:58:15.583-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Acadêmico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicionário'/><title type='text'>Pequeno Dicionário Médico</title><content type='html'>Alguns significados em Psiquiatria:
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Acinesia: &lt;/span&gt;Perda total ou parcial dos movimentos do corpo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Afasia: &lt;/span&gt;Dificuldade total ou parcial de expressão ou compreensão da linguagem falada, escrita ou gestual, geralmente provocada por lesão cerebral.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Agnosia: &lt;/span&gt;Estado de um paciente que não reconhece as coisas que o rodeiam, porque os órgãos sensoriais se limitam a percepções simples.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Agorafobia: &lt;/span&gt;Medo doentio de estar em ou atravessar grandes espaços abertos ou lugares públicos.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Agrafia: &lt;/span&gt;Incapacidade ou perda da capacidade de escrever, ou de montar frases coerentes, devido a distúrbio neurológico ou mental.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Alexia: &lt;/span&gt;Impossibilidade de ler devido à lesão cerebral.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Apraxia: &lt;/span&gt;Incapacidade de efetuar movimentos coordenados, embora sem a presença de paralisia ou outros distúrbios congêneres.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Aprosexia: &lt;/span&gt;Quadro clínico caracterizado pela ausência de atenção ou impossibilidade de fixá-la, e que pode ser causado por debilidade mental ou por distúrbio auditivo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Astenia: &lt;/span&gt;Diminuição da resistência do sistema nervoso; debilitação psíquica; NEURASTENIA; PSICASTENIA. Diminuição da força física ou orgânica; debilidade, fraqueza.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Coprolalia: &lt;/span&gt;Compulsão para usar palavras obscenas ou de dizer obscenidades.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Dicotomia: &lt;/span&gt;Divisão em duas partes.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ecolalia: &lt;/span&gt;Repetição doentia de uma ou mais palavras da frase.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Estereotipia: &lt;/span&gt;Comportamento motor ou verbal repetitivo e automático, desligado da realidade.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Hipocinesia: &lt;/span&gt;Redução anormal das funções ou atividades motoras.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Iatrogenia: &lt;/span&gt;Doença ou alteração patológica decorrente de medicamento ou tratamento médico. [Costuma designar erros da conduta médica]&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Jargonofasia: &lt;/span&gt;Parafasia (perturbação da fala que origina a troca de palavras) literal na qual o doente interpõe silabas e palavras sem sentido na linguagem, tornando-a incompreensível.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Logorréia: &lt;/span&gt;Compulsão para falar demais, com grande loquacidade, fenômeno que ocorre com pessoas dominadas por certos distúrbios emocionais; LOGOMANIA; VERBORRAGIA.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mussitação: &lt;/span&gt;Movimento automático dos lábios que certos doentes executam produzindo um som confuso e inarticulado, como se falassem entre dentes.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mutismo: &lt;/span&gt;Qualidade ou estado de quem não fala ou não quer falar; MUDEZ.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Nosologia: &lt;/span&gt;Estudo e classificação das doenças.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Palilalia: &lt;/span&gt;Logastenia/astenia na qual o indivíduo reproduz mecanicamente palavras ou frases recém escutadas.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Pedolalia: &lt;/span&gt;Uso de palavras ou maneira infantil de falar.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Piloereção: &lt;/span&gt;Ereção dos pêlos .&lt;/li&gt;&lt;li&gt;
&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Solilóquio: &lt;/span&gt;Ação ou resultado de alguém falar consigo mesmo; MONÓLOGO.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/Sya0yg4ALoI/AAAAAAAAAOI/7OzUrz4R2Fg/s1600-h/livro-estudar.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 186px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/Sya0yg4ALoI/AAAAAAAAAOI/7OzUrz4R2Fg/s400/livro-estudar.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5415214381870886530" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3848210716639244068-8379449922388132395?l=doutora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doutora.blogspot.com/feeds/8379449922388132395/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2009/10/pequeno-dicionario-medico-psiquiatria.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/8379449922388132395'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/8379449922388132395'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2009/10/pequeno-dicionario-medico-psiquiatria.html' title='Pequeno Dicionário Médico'/><author><name>Nina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09690911304677256757</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/StZ3A-Xb3RI/AAAAAAAAAAM/r1jdHopkghg/S220/Nina.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/Sya0yg4ALoI/AAAAAAAAAOI/7OzUrz4R2Fg/s72-c/livro-estudar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3848210716639244068.post-3406933854182952172</id><published>2009-10-29T12:30:00.005-02:00</published><updated>2009-12-18T10:17:47.340-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gastro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cirurgia Geral'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><title type='text'>Apendicectomia laparoscópica</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Vídeo em espanhol, mas interessante e de fácil entendimento.
Resumo do procedimento básico.
Clique para assistir!&lt;/div&gt;
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;object width="445" height="364"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/gt64NVzdFRE&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;border=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/object&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;object width="445" height="364"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/gt64NVzdFRE&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3848210716639244068-3406933854182952172?l=doutora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='enclosure' type='video/mp4' href='http://www.blogger.com/video-play.mp4?contentId=c8944724d076bfa9&amp;type=video%2Fmp4' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doutora.blogspot.com/feeds/3406933854182952172/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2009/10/apendicectomia-laparoscopica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/3406933854182952172'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/3406933854182952172'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2009/10/apendicectomia-laparoscopica.html' title='Apendicectomia laparoscópica'/><author><name>Nina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09690911304677256757</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/StZ3A-Xb3RI/AAAAAAAAAAM/r1jdHopkghg/S220/Nina.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3848210716639244068.post-2246342125836540888</id><published>2009-07-08T17:34:00.007-03:00</published><updated>2009-11-16T04:14:40.471-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Endocrino'/><title type='text'>Hiperprolactinemia ou Prolactina Alta</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Trata-se do excesso de produção do hormôni&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/Sv4w1EYpauI/AAAAAAAAANI/UfYB-W0r-5A/s1600-h/d2208e4633f7ca0de7ce9437042edca1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 320px; height: 150px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/Sv4w1EYpauI/AAAAAAAAANI/UfYB-W0r-5A/s320/d2208e4633f7ca0de7ce9437042edca1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5403810291159493346" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;o Prolactina. A dosagem do hormônio prolactina deve ser realizada em todas as mulheres não grávidas nem amamentando que apresentarem galactorréia (presença de leite), distúrbio menstrual ou infertilidade. Nos homens a hiperprolactinemia acarreta distúrbios severos por entrar em choque com a produção de testosterona.
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para evitar falso diagnóstico de hiperprolactinemia, a dosagem deve ser feita em várias amostras, após o paciente estar acordado por algumas horas, em repouso num ambiente tranqüilo por pelo menos 30 minutos.
&lt;/div&gt;
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;CAUSAS&lt;/span&gt;
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
1 - Fisiológicas (consideradas normais):
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
- Gravidez e amamentação
- Estresse, sono, exercício: o hormônio Prolactina sofre alterações ao longo do dia, sendo mais elevado durante o sono e também em função de exposição a estresse ou a exercícios.
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
2 - Farmacológicas (devido a medicamentos):
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
Inúmeros medicamentos são responsáveis pelo aumento da prolactina, dentre eles os antipsicóticos, os antieméticos, os antidepressivos, a ranitidina e a cimetidina, os opiáceos, os antihipertensivos, os estrógenos (o que inclui alguns anticoncepcionais), dentre outros, incluíndo drogas de uso ilícito.
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
3 - Macroprolactina:
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
Pessoas com macroprolactina podem apresentar elevadas taxas de prolactina sem que por isso apresentem sintomas, portanto, em geral, não precisarão de tratamento.
Daí a importância de se avaliar a macroprolactina ao se encontrar acidentalmente taxas elevadas de prolactina.
Entretando, caso sintomas de hiperprolactinemia sejam encontrados em pacientes com macroprolactina, deve ser investigado um segundo fator de aumento da prolactina associado.
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
4 - Patolóticas:
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
4.1 - Doenças Sistêmicas:
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
Os níveis de prolactina costumam estar abaixo de 100 ng/ml.
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
- Hipotiroidismo: O próprio tratamento adequado do hipotiroidismo deve normalizar a prolactina.
- Síndrome dos ovários policísticos: Pode ocasionar um pequeno aumento da prolactina que cede com o tratamento da síndrome.
- Insuficiência Adrenal Primária: cede com terapia de reposição de glicocorticóides
- Outras: falência renal; cirrose; lesões irritativas da parece torácica como as causadas por herpes zóster, toracotomia, mastectomia e queimaduras; eplepsia e lesões do cordão medular.
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
4.2 - Doenças Hipotalâmico-Hipofisárias:
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
Uma vez confirmada a hiperprolactinemia é importante à realização de Ressonância Magnética da hipófise (situada no crânio) para diagnosticar presença de tumor benigno ou outras alterações na mesma, especialmente quando valores elevados são encontrados.
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
- Prolactinomas (Adenomas secretores de Prolactina): São a causa mais comum de hiperprolactinemia patológica. Representam 40% a 50% de todos os adenomas hipofisários. Podendo dividir-se em microprolactinomas (microadenomas) e macroprolactinomas (macroadenomas). Os microprolactinomas representam 65% a 70% dos prolactinomas.
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
Os microadenomas são tumores menores que 1cm e restritos a sela túrcica, enquanto os macroadenomas tem a partir de 1cm de diâmetro e podem provocar invasão de estruturas vizinhas e destruição das células ósseas. Raramente os microadenomas transformam-se em macroadenomas.
Os valores séricos de prolactina dos macroprolactinomas costumam a estar acima de 200 ng/ml. Já nos microprolactinomas os valores costumam a apresentar entre 100 ng/ml e 200 ng/ml, podendo estar abaixo de 100ng/ml.
O tratamento dos prolactinomas, tanto micro quanto macro é realizada através de medicamentos.
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
- Adenomas Mistos (secretores tanto de prolactina quanto de outros hormônios): relacionados à acromegalia, doença de cushing e hipertiroidismo tsh-dependente nesta ordem de freqüência.
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
A causa tanto dos prolactinomas quanto dos adenomas mistos ainda é de origem desconhecida.
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
- Pseudoprolactinomas (comprometimento da haste hipofisária ou do hipotálamo): Os valores são geralmente inferiores a 150 ng/ml. Não respondem a tratamento através de medicamentos.
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
- Doenças infiltrativas e inflamatórias, sela vazia e causas pouco frequentes.
- Incidentalomas: Imagem compatível com um prolactinoma, porém detectada acidentalmente.
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS&lt;/span&gt;
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
1 - Efeitos Diretos:
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
- galactorréia (presença de leite): Nem todos os pacientes com hiperprolactinemia apresentam galactorréia (especialmente os homens) e a quantidade de leite tampouco é um bom marcador do nível de prolactina.
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
- hipogonadismo
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
Nas mulheres pode manifestar-se por: fase lútea (fase pós-ovulatória) curta, anovulação, infertilidade, oligomenorréia, amenorréia, diminuição da libido, menor lubrificação vaginal, seborréia, hirsutismo moderado, dispauneria (dores durante o ato sexual) e abortos espontâneos recorrentes.
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
Nos homens pode ocasionar disfunção erétil, diminuição da libido e infertilidade (oligospermia e diminuição do volume ejaculado). Pode também ocasionar ginecomastia (desenvolvimento excessivo das mamas no homem), redução no crescimento de pêlos, hipotrofia muscular e aumento da gordura abdominal.
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
Uma das principais conseqüências do hipogonadismo é a diminuição da massa óssea levando a osteopenia e osteoporose.
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
O hipogonadismo normalmente cede com os níveis de prolactina normalizados.
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
- manifestações psicológicas: ansiedade, depressão, fadiga, instabilidade emocional e irritabilidade.
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
2 - Efeitos Secundários e Lesões Estruturais:
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
- Cefaléia: Podendo ser causada tanto por microadenoma quanto por macroadenoma. Na maioria dos casos a cefaléia tende a regredir com a normalização dos níveis de prolactina.
- Manifestações Neuro-Oftamológicas: Alterações visuais entre outras. Ocorrem em macroadenomas, quando o tumor cresce comprimindo ou invadindo estruturas vizinhas.
- Hipopituitarismo: deficiência de outros hormônios da hipófise em macroadenomas por compressão hipofisária ou por desconexão hipotalâmica.
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;TRATAMENTOS&lt;/span&gt;
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
O tratamento visa normalizar os níveis de prolactina e no caso de prolactinomas também diminuir ou estabilizar o tamanho do tumor.
O tratamento é quase sempre através do uso de medicamentos. Existindo também em casos específicos a cirurgia hipofisária e radioterapia.
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;GESTAÇÃO&lt;/span&gt;
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
Ocorrendo gravidez pode-se suspender o medicamento na hiperprolactinemia de causa funcional ou por microadenoma. A amamentação também não trás riscos expressivos.
Já no caso de macroadenoma não existe consenso médico sobre a conduta a ser utilizada. Alguns médicos optam pela manutenção dos medicamentos durante a gestação e contra indicam a amamentação.
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;BIBLIOGRAFIA&lt;/span&gt;
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
- Hiperprolactinemia – Causas e Manifestações de Hiperprolactinemia
Mauri José Piazza
Cezar Luiz Boguszewski
- Armadilhas no Diagnóstico da Hiperprolactinemia
Lucio Vilar
Luciana A. Naves
Mônica Gadelha
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
- Síndrome Hiperprolactinêmica e Prolactinomas
Mirta Knoepfelmacher
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
- Hiperprolactinemia
Aloísio José Bedome
Cristina Laguna Benetti Pinto
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Artigo retirado do link: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.e-familynet.com/artigos/articles.php?article=808" style="font-style: italic;"&gt;http://www.e-familynet.com/artigos/articles.php?article=808&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3848210716639244068-2246342125836540888?l=doutora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doutora.blogspot.com/feeds/2246342125836540888/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2009/07/hiperprolactinemia-ou-prolactina-alta.html#comment-form' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/2246342125836540888'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/2246342125836540888'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2009/07/hiperprolactinemia-ou-prolactina-alta.html' title='Hiperprolactinemia ou Prolactina Alta'/><author><name>Nina</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_VYCkV7c_ino/SUxYnVrF02I/AAAAAAAAAcY/566zxMWYQkA/S220/India+Nina.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_syQ2oVS2QHg/Sv4w1EYpauI/AAAAAAAAANI/UfYB-W0r-5A/s72-c/d2208e4633f7ca0de7ce9437042edca1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3848210716639244068.post-8175610980029653733</id><published>2009-04-08T11:03:00.006-03:00</published><updated>2009-10-24T21:40:16.470-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde pública'/><title type='text'>Excedente de Remédios - Uma questão de saúde pública</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O que fazer com os remédios que você tem em casa sobrando?

&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É papel do profissional da saúde zelar pelo bem de toda a comunidade ao prescrever uma medicação ou quando possível incentivar a doação e a devolução de remédios em postos de saúde e hospitais para sua reutilização. Lembrando, é claro, da perfeita conservação e armazenamento do mesmo. E quando um remédio está fora da validade? Não deve ser jogado no lixo, e sim descartado para a incineração ou devolvidos aos laboratórios para a correta destinação. Mas será que é possível tomar essas atitudes na prática?

&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As farmácias entregam seus medicamentos vencidos para a incineração pública ou privada. Mas vai tentar o consumidor comum fazer o mesmo..? Eu mesma já tentei. Inclusive entrando em contato com os fabricantes do medicamento. E digo que foi impossível conseguir a devolução dos remédios fora da validade para os laboratórios de origem os destiná-los à incineração. É uma questão de saúde pública seguir a cartilha ecologicamente correta, mas quando essas atitudes estão fora do alcance para a maioria da população, as consequencias serão de todos nós. Os remédios colocados no lixo comum vão parar nos grandes lixões onde pessoas humildes e crianças inocentes acabam entrando em contato com eles e se intoxicando. Isso quando os remédios não acabam poluindo solo e lençol frético. Lamentável...

&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Visando reverter uma pequena parcela deste quadro, o HC-SP iniciou uma campanha há 1 mês aproximadamente para a devolução de remédios que sobram nas mãos dos pacientes. Uma crítica minha à essa campanha é o fato deles só aceitarem remédios que tiveram como origem a própria farmácia do HC. Por que não os outros de aquisição particular? Talvez pela questão de garantia de origem e correta conservação. Ora, se todos os medicamentos irão passar por triagem, por que não incluir os de aquisição externa, que aumentariam enormemente o volume de doações, obviamente diminuindo custos para o hospital, salvando verbas de saúde pública para novas destinações e acabando com toda aquela cadeia que ocorre quando o medicamento vai parar no lixo comum. Falta também ao executivo que providenciem meios efetivos para a devolução dos remédios vencidos, além de engrossar os postos de recepção e triagem de medicamentos usados dentro da validade e em perfeito estado de conservação. É triste ver o legislativo aprovar leis e não prover meios para a sua viabilização. O país tem tantos recursos e infelizmente nos vemos de mãos atadas ao vê-los tão mal divididos. Abaixo, texto da Agência Estado sobre a campanha do Hospital das Clínicas de São Paulo:



&lt;b&gt;Campanha do HC-SP incentiva devolução de remédios que sobram&lt;/b&gt;

&lt;i&gt;08/04/2009 - 10:35 - Agência Estado - disponível no link: &lt;/i&gt;&lt;a href="http://tinyurl.com/c8s75d"&gt;&lt;i&gt;http://tinyurl.com/c8s75d&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;

&lt;/i&gt;

&lt;i&gt;O Hospital das Clínicas (HC) de São Paulo realiza campanha para incentivar seus pacientes a devolver medicamentos que, por algum motivo, deixaram de ser consumidos durante o tratamento. Além de combater a automedicação, a iniciativa visa a evitar danos ambientais causados pelo descarte inadequado e otimizar recursos com o reaproveitamento da droga. Nos quatro primeiros meses de ação, a economia foi de R$ 120 mil. Os recursos serão revertidos em melhorias no hospital. “Com R$ 30 mil poupados em um mês é possível comprar um respirador para a UTI”, diz o diretor do Instituto Central, Carlos Suslik. Mas ele ressalta que o objetivo principal não é econômico e sim garantir a segurança dos pacientes. “Se esse medicamento vai para a farmacinha caseira, pode ser ingerido por uma criança ou consumido pelo paciente em outra ocasião, sem orientação.” Os remédios devolvidos são avaliados pela equipe farmacêutica do HC, que, após verificar sua integridade, os encaminha a outros pacientes. Os medicamentos rejeitados acabam incinerados.Embora a campanha seja voltada às pessoas em tratamento no HC, toda a população deve estar atenta ao descarte correto de remédios vencidos. “Não existe regulamentação. Recomendamos que, antes de jogar fora, o medicamento seja retirado da embalagem e amassado ou diluído, de forma que seu consumo fique impossibilitado. Orientamos ainda para que não joguem na rede de esgoto. Em um aterro sanitário, o dano ambiental é menor”, explica Emiko Fukuda, do Centro de Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo. Segundo o vice-presidente do Conselho Regional de Farmácia de São Paulo, Marcelo Polacow, o único meio seguro de evitar a contaminação ambiental é a incineração. “Procuramos sensibilizar as drogarias para que recebam o produto de seus clientes e providenciem o descarte correto, mas isso representa custo.” As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.&lt;/i&gt;

&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3848210716639244068-8175610980029653733?l=doutora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doutora.blogspot.com/feeds/8175610980029653733/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2009/04/excedente-de-remedios.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/8175610980029653733'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/8175610980029653733'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2009/04/excedente-de-remedios.html' title='Excedente de Remédios - Uma questão de saúde pública'/><author><name>Nina</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_VYCkV7c_ino/SUxYnVrF02I/AAAAAAAAAcY/566zxMWYQkA/S220/India+Nina.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3848210716639244068.post-6870048464343734244</id><published>2009-03-31T20:24:00.003-03:00</published><updated>2009-12-18T10:18:00.049-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pediatria'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><title type='text'>Bebê Chiador</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://youtube.com/v/QkaX83H31QY"&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://youtube.com/v/QkaX83H31QY" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ruído característico e retrações pela dispnéia.
Hiperinsuflação&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3848210716639244068-6870048464343734244?l=doutora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doutora.blogspot.com/feeds/6870048464343734244/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2009/03/bebe-chiador.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/6870048464343734244'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/6870048464343734244'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2009/03/bebe-chiador.html' title='Bebê Chiador'/><author><name>Nina</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_VYCkV7c_ino/SUxYnVrF02I/AAAAAAAAAcY/566zxMWYQkA/S220/India+Nina.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3848210716639244068.post-1608872090294907402</id><published>2009-03-31T20:17:00.003-03:00</published><updated>2009-12-18T10:18:11.802-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Infectologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><title type='text'>Tosse Paroxística típica da Coqueluche</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://youtube.com/v/hQMkT2YEnNA"&gt;&lt;embed height="'350'" width="'425'" type="'application/x-shockwave-flash'" 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href='http://doutora.blogspot.com/2009/03/tosse-paroxistica-tipica-da-coqueluche.html' title='Tosse Paroxística típica da Coqueluche'/><author><name>Nina</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_VYCkV7c_ino/SUxYnVrF02I/AAAAAAAAAcY/566zxMWYQkA/S220/India+Nina.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3848210716639244068.post-3527832516428929229</id><published>2008-10-10T19:27:00.003-03:00</published><updated>2009-12-18T10:18:25.862-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Infectologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Imunologia'/><title type='text'>Pathogen Recognition</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" 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href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/3527832516428929229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2008/10/pathogen-recognition.html' title='Pathogen Recognition'/><author><name>Nina</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://photos1.blogger.com/blogger/6443/513/400/Euzinha.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3848210716639244068.post-1180121999708678861</id><published>2008-10-10T19:13:00.003-03:00</published><updated>2009-12-18T10:18:38.728-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cardiologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Hemato'/><title type='text'>Circulação</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://youtube.com/v/PgI80Ue-AMo"&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://youtube.com/v/PgI80Ue-AMo" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Circulação e trocas gasosas, em uma visão bem simples mas bem feita.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3848210716639244068-1180121999708678861?l=doutora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doutora.blogspot.com/feeds/1180121999708678861/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2008/10/circulao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/1180121999708678861'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/1180121999708678861'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2008/10/circulao.html' title='Circulação'/><author><name>Nina</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://photos1.blogger.com/blogger/6443/513/400/Euzinha.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3848210716639244068.post-7809880573036841234</id><published>2008-06-26T21:10:00.003-03:00</published><updated>2009-11-16T04:19:35.688-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Medicina legal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Transplantes'/><title type='text'>Doador de Órgãos não estava morto</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Antes de prosseguir à matéria, gostaria de fazer uma ressalva pessoal: Sou completamente a favor da doação de órgãos desde que cumpridos todos os trâmites legais. De nada adianta salvar vidas em sacrifício de outra em potencial. Portanto, desde que a morte encefálica esteja confirmada e atestada, sou inteiramente a favor da doação de órgãos, tecidos e tudo o mais que seja possível à ciencia da época. O intuito de postar esta matéria aqui é o de alertar os médicos e futuros médicos a prestarem atenção em suas decisões e lembrar que aquele paciente (e não "cliente") é um ente querido de alguém, que poderia ser você. O ocorrido relatado aconteceu na França. Segue a matéria, retirada integralmente do site Terra Ciência:&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI2944622-EI8146,00.html"&gt;http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI2944622-EI8146,00.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Doador de Órgãos não estava morto
&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
Os cirurgiões que cercavam o paciente inerte quase desmaiaram: o homem cujo coração estava parado há uma hora e meia e cujos órgãos eles estavam se preparando para recolher a fim de utilizar em transplantes terminou despertando na mesa de cirurgia.
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
Trata-se de um caso na fronteira entre vida e morte, e de um tema que suscita reflexão e emoção entre os profissionais da medicina - especialmente os especialistas em reanimação e as autoridades que regulamentam a bioética -, e os obriga a questionar que critérios objetivos permitem definir a partir de que momento um paciente que foi submetido a tentativas de reanimação pode começar a ser considerado um doador de órgãos, sabendo-se que esses órgãos, quando colhidos, permitem prolongar a esperança de vida de outros doentes.
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
No começo deste ano, em Paris, um homem de 45 anos caiu na rua, e apresentava todos os sintomas de um infarto maciço do miocárdio. Mais tarde, os médicos descobriram que, embora soubesse estar enfrentando uma situação de alto risco cardíaco, o homem não seguia seu tratamento.
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
A intervenção quase imediata do serviço de assistência médica confirmou o diagnóstico inicial, e os paramédicos iniciaram imediatamente os procedimentos de reanimação, menos de 10 minutos depois do incidente cardíaco sofrido pelo paciente. No entanto, os esforços deles não resultaram em retomada espontânea do batimento cardíaco.&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
O fato de que estavam próximos ao complexo hospitalar de La Pitié-Salpêtrière, onde seria possível praticar uma dilatação das artérias coronárias da vítima, fez com que os paramédicos decidissem continuar tentando as manobras padronizadas de reanimação do paciente, enquanto o transportavam em alta velocidade rumo ao hospital especializado.&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
Quando chegaram, o coração do paciente ainda não havia recomeçado a bater e, depois de uma análise rápida da ficha, uma equipe de cardiologistas do hospital concluiu que uma dilatação coronária não poderia ser realizada, por motivos técnicos. Os médicos começaram imediatamente a considerar o paciente como potencial doador de órgãos: um doador classificado como "inativo em termos cardíacos".&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
O que aconteceu em seguida nesse estranho caso foi relatado em um documento oficial preparado durante uma reunião de um grupo de trabalho que trata das questões morais envolvidas nesse tipo de situação, e que recentemente veio a formar um núcleo sob os auspícios do "espaço ético" da Assistência Pública-Hospitais de Paris (AP-HP), a organização municipal de saúde da capital francesa.&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
Na reunião, foi descoberto que os cirurgiões que poderiam proceder à coleta de órgãos para possíveis transplantes não estavam imediatamente disponíveis. Quando eles por fim chegaram ao bloco em que o paciente estava internado, encontraram seus colegas ainda envolvidos em massagem cardíaca do paciente, depois de uma hora e meia de paralisação do coração ¿ e ainda sem resultado aparente.&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
Mas, no exato momento em que estavam se preparando para iniciar a coleta de órgãos, os médicos descobriram, com imensa surpresa, que o paciente estava apresentando sinais de respiração espontânea, que suas pupilas pareciam se ter reanimado e que ele exibia traços de reação a procedimentos de estímulo doloroso.&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
Ou seja, para dizer de outra maneira, havia "sinais de vida", um enunciado equivalente a determinar a ausência de sinais clínicos de morte, como afirma o relatório, que prossegue alegando que "depois de diversas semanas de tratamento e de enfrentar uma séria de outras complicações graves, o paciente agora está andando e falando, e os detalhes concernentes ao seu estado neurológico não são conhecidos".
O texto infelizmente não informa se o paciente está ou não ciente de que seus órgãos quase foram colhidos para transplantes.&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mais comum do que se pensa&lt;/span&gt;
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;No curso da mesma reunião, diversos outros especialistas em reanimação, a começar por aqueles que trabalham no departamento de emergência de Paris, evocaram situações nas quais "uma pessoa estava convencida da sobrevivência de um paciente, depois de manobras de reanimação prolongadas, com duração bem superior à habitual, e consideradas como razoáveis em casos dúbios como esses".
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
Todos os presentes reconheceram que esses casos envolvem histórias bastante excepcionais, mas admitiram tê-las encontrado ao longo de suas carreiras. "Os participantes enfatizaram que, caso as recomendações oficiais que estão em vigor no momento tivessem sido seguidas à risca, o paciente provavelmente teria sido considerado como morto".&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
A situação representa uma ilustração poderosa de questões que persistem, irresolvidas, no ramo da reanimação médica, quanto a modalidades de intervenção e critérios que permitam determinar o fracasso de um esforço de reanimação, consideraram os especialistas.&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
Um caso como o do paciente parisiense não poderia ter acontecido na França antes de 2007, quando a prática de coleta de órgãos de pacientes com o coração inativo era proibida. Até o ano passado, a coleta de órgãos para transplantes só podia ser realizada no país em casos de coma nos quais a morte cerebral do paciente fosse constatada e confirmada por eletrocardiogramas e por exames neuro-radiológicos.
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
Para atender à escassez crônica de órgãos para transplante disponíveis, as autoridades que comandam a Agência de Biomedicina francesa decidiram lançar no começo de 2007 um programa experimental, nos hospitais, sob o qual pessoas cujo coração tenha deixado de bater seriam submetidas a esforços de reanimação por massagem cardíaca, respiração mecânica e, em certos casos, circulação extracorpórea.
&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;
Le Monde&lt;/div&gt;&lt;h1&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3848210716639244068-7809880573036841234?l=doutora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doutora.blogspot.com/feeds/7809880573036841234/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2008/06/doador-de-rgos-no-estava-morto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/7809880573036841234'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/7809880573036841234'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2008/06/doador-de-rgos-no-estava-morto.html' title='Doador de Órgãos não estava morto'/><author><name>Nina</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://photos1.blogger.com/blogger/6443/513/400/Euzinha.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3848210716639244068.post-2757537698384095329</id><published>2008-06-21T11:12:00.001-03:00</published><updated>2009-10-24T21:35:38.703-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cardiologia'/><title type='text'>Infarto</title><content type='html'>Achei este post em outro blog e estou postando o link aqui, pois achei o relato muito bem feito sobre Infarto. Tem também um excelente vídeo de colocação de stent.
"O Primeiro Infarto a gente nunca Esquece"
&lt;a href="http://www.blog24horas.com/2008/05/o-primeiro-infarto-gente-nunca-esquece.html"&gt;http://www.blog24horas.com/2008/05/o-primeiro-infarto-gente-nunca-esquece.html&lt;/a&gt;

Desde já, meus parabéns pelo texto muito bem escrito!
Passem por lá e prestigiem também.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3848210716639244068-2757537698384095329?l=doutora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doutora.blogspot.com/feeds/2757537698384095329/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2008/06/infarto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/2757537698384095329'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/2757537698384095329'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2008/06/infarto.html' title='Infarto'/><author><name>Nina</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://photos1.blogger.com/blogger/6443/513/400/Euzinha.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3848210716639244068.post-229299930658411007</id><published>2008-01-30T22:27:00.001-02:00</published><updated>2009-10-24T21:35:02.949-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Acadêmico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Internet'/><title type='text'>Visible Body</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Viaje pelo corpo humano em um modelo interativo, 3D, detalhado e compreensível. Explore estruturas, sistemas, visualize em detalhes a anatomia humana, tenha uma ferramenta completa para lhe ajudar em estudos sobre biologia, fisiologia, etc. &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_VYCkV7c_ino/R6HNUlw8WhI/AAAAAAAAAPA/ybbjBJ16dBU/s1600-h/tsts.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5161632401561770514" style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left;" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_VYCkV7c_ino/R6HNUlw8WhI/AAAAAAAAAPA/ybbjBJ16dBU/s200/tsts.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;São modelos precisos e detalhados de todos os sistemas do corpo humano, desenvolvidos por especialistas em ilustrações médicas e visualização biomédica. O conteúdo anatômico foi revisado por especialistas, incluindo fisiologistas.&lt;/div&gt;
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Por Carolina Tavares - retirado do site: &lt;a href="http://www.guiadasemana.com.br/noticias.asp?ID=15&amp;amp;cd_city=1&amp;amp;cd_news=34605#"&gt;Guia da Semana&lt;/a&gt;
Fotos: Photocase.de
Imagine ficar eternamente jovem, com apenas algumas injeções semanais. O ex-jogador de vôlei Bernard Rajzman faz o tratamento e alega benefícios como metabolismo acelerado e fim dos radicais livres. "Realizo o procedimento há cinco ou seis anos e conheci pela televisão. Personalidades como Pelé utilizavam. O único efeito colateral que sofri foi obter mais disposição", diz. Na verdade, um médico especializado injeta no corpo dele, semanalmente, a procaína, uma substância descoberta em 1905, pelo doutor Alfred Einhorn, e composta de dois produtos naturalmente encontrados no corpo humano, o PABA (membro do complexo de vitaminas B) e o &lt;a href="http://www.guiadasemana.com.br/photos/event/m-esp-procaina2_r.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 10px 0px 0px; float: left; width: 200px;" alt="" src="http://www.guiadasemana.com.br/photos/event/m-esp-procaina2_r.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;DMAE (conhecido por estimular neurotransmissores cerebrais). De qualquer forma, não há estudos atuais que comprovem a eficácia da substância para o rejuvenescimento. Além disso, o uso para esse fim não é autorizado pelo Food and Drug Administration - FDA e pela Agência de Vigilância Sanitária - ANVISA. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A procaína é classificada apenas como um anestésico. A idéia de que poderia evitar o envelhecimento veio de estudos realizados pela médica romena Ana Aslan, em 1956. Segundo ela, a substância ajudaria a melhorar dores articulares e no corpo, sintomas de artrite e artrose e depressão, sinais característicos da velhice. Acredita-se que famosos como Charles Chaplin, Salvador Dali, Marlene Dietrich e Pablo Picasso teriam experimentado o produto. "É importante lembrar que nenhum outro estudo comprovou essas propriedades da procaína, razão pela qual seu uso médico não prosperou de maneira ampla até os dias de hoje. Poucas pesquisas comprovaram que ela pode melhorar a depressão em idosos", completa o professor de cosmetologia Maurício Pupo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No Brasil, o uso é permitido apenas com objetivo anestésico. A Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia - SBGG é contra a utilização para outros fins, mas algumas clínicas fazem a aplicação com liminar na justiça. "Na época em que a droga foi descoberta, a Romênia era um país comunista e o governo acabou patrocinando a idéia de Ana Aslan, mas a procaína não combate o envelhecimento. Ela é um derivado da cocaína e tem efeito fulgaz: a pessoa se sente bem 30 minutos após a aplicação, mas depois os efeitos desaparecem", explica o Presidente Mundial Eleito (2001) da International Association of Gerontology e Diretor Científico da Frente Parlamentar de Defesa do Idoso - Assembléia Legislativa de São Paulo 2007, Norton Sayeg. Ele acrescenta que os riscos do excesso da substância englobam crises convulsivas e alergia com parada cardíaca (crise anafilática). Além disso, um vidro com o produto custa cerca de R$10,00 a R$15,00, enquanto a aplicação do tratamento inicial, de seis meses, tem o valor de R$3.600,00. "Todo ser vivo tem seu tempo de vida e a qualidade da mesma depende da forma que ele vive. O uso da procaína se restringe aos médicos que, ilegalmente, gostam de ganhar dinheiro. Se é bom, deveria ser para todos. A vitamina E foi usada como antioxidante até ser constatado que pacientes que a tomavam tinham maior chance de acidente vascular cerebral hemorrágico. Esses coquetéis não são acompanhados cientificamente, com estatísticas", finaliza o vice-presidente da Academia Iberoamericana de Geriatria y Gerontologia e membro do International Network for Prevent in Elderly Abuse - INPEA, Vicente Spinola Dias Neto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Falsas promessas: Segundo Sayeg, em 2002, cerca de 18% dos norte-americanos usavam algum tipo de suplemento alimentar ou produto à base de erva, em busca do rejuvenescimento. Conheça as principais supostas fontes contra o envelhecimento e os riscos em consumi-las de forma errada: &lt;a href="http://www.guiadasemana.com.br/photos/event/m-esp-procaina3_r.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 0px 0px 10px; float: right; width: 200px;" alt="" src="http://www.guiadasemana.com.br/photos/event/m-esp-procaina3_r.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;
• Procaína - Gerovital - GH3: com ação anestésica local, pode causar convulsões, anafilaxia e parada cardíaca se usada para fins diferentes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;• DHEA - Dehidro-Epi-Androsterona (HormônioProduzido pelas Supra-Renais): produtor de testosterona e estrógeno, pode ocasionar o aumento da próstata, agravamento de câncer de próstata e mama e formação de placas nas artérias. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;• Pró-endorfina - coquetel de vitaminas do complexo B, taurina, neuro-aminoácidos e Ginseng: estimulante do sistema nervoso central, pode causar ansiedade, agitação, insônia, taquicardia, piora de arritmias e rash cutâneo (mancha) na face. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;• Q-10 Coenzima Q10 - CoQ10, Q10, Vitamina Q10, Ubiquinona - produzida pelo organismo: necessária para o funcionamento normal das proteínas e com ação antioxidante, pode ocasionar insônia, distúrbios gastrintestinais, tonturas, irritabilidade e fadiga. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;• Creatina/ glutmina - aminoácidos: substâncias necessárias para formação de proteínas, podem causar desidratação, náuseas, dores abdominais, flatulência e câimbras. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;• Linhaça - planta rica em ácido linoleico/ ácido graxo não essencial: responsável pelo aumento do consumo de energia, pode causar câncer de próstata, degeneração macular e flatulência. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;• 5-HTP/ 5-Hidróxido Triptofano - composto derivado do aminoácido triptofano: precursor do neurotransmissor serotonina, pode causar agitação, insônia, euforia e distúrbios gástricos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;• Luteína - micronutriente carotenóide de origem vegetal: antioxidante predominante nos olhos, retina e mácula, possui poucos estudos para avaliar seus riscos ou efeitos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;*Fonte: site de Norton Sayeg - &lt;a href="http://www.envelhecercomsaude.com.br/"&gt;http://www.envelhecercomsaude.com.br/&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como funciona? Segundo o estudo de Ana Aslan, a procaína pode ser utilizada por pessoas com mais de 20 anos e aplicada em comprimidos ou injeções. O efeito do consumo injetável aconteceria mais rápido, embora os comprimidos fizessem durar mais tempo. São três injeções por semana, durante um mês, descansando dez dias e repetindo o ciclo.
De acordo com a médica romena, não há riscos na aplicação, já que a procaína é fabricada com substâncias naturais. As contra-indicações ficam para quem toma algum antibiótico, pois o produto pode anular o efeito do mesmo. Pupo conta que, em doses exageradas, ela causa tremores, convulsões e reações na pele. Os benefícios ainda são controversos, mas pessoas que utilizam o tratamento relatam bem-estar, melhora da depressão e dores e aumento da disposição. Outras acrescentam à lista uma aparência mais jovem e pele rejuvenescida.
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como atua, segundo Ana Aslan: A procaína diminui a concentração de uma substância cerebral chamada MAO. Essa substância está presente em maior volume no cérebro de pessoas idosas, degradando importantes neurotransmissores que auxiliam o funcionamento cerebral. &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.guiadasemana.com.br/noticias.asp?ID=15&amp;amp;cd_news=29266&amp;amp;cd_city=1"&gt;Leia mais: conheça dicas para envelhecer com saúde&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3848210716639244068-5780929335427535857?l=doutora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doutora.blogspot.com/feeds/5780929335427535857/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2008/01/fonte-da-juventude.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/5780929335427535857'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/5780929335427535857'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2008/01/fonte-da-juventude.html' title='Fonte da juventude'/><author><name>Nina</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://photos1.blogger.com/blogger/6443/513/400/Euzinha.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3848210716639244068.post-2515797366146293794</id><published>2007-12-22T12:20:00.001-02:00</published><updated>2009-10-24T21:25:59.464-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Obstetrícia'/><title type='text'>Hospital londrino adota 'cesariana natural'</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Um hospital de Londres adotou o que chama de "cesarianas naturais" para tornar este tipo de cirurgia menos traumática para mães e bebês. O procedimento permite que os pais vejam a criança sair da barriga da mãe, como acontece em um parto normal.&lt;a href="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/470/219/17/492953.us_cesariana_natural_saude_186_247.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left; width: 200px;" alt="" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/470/219/17/492953.us_cesariana_natural_saude_186_247.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;
Nas cesarianas tradicionais, a mãe só vê a parte de cima de seu corpo. Por trás de uma tela de proteção, o bebê é retirado rapidamente depois de feito o corte.Em um caso documentado em fotografias, os pais, Sheri e Jason, puderam assistir ao nascimento de seu filho Evan. Um minuto após colocar a cabeça para fora, a criança acordou e começou a chorar.
BBC
Os médicos do hospital Queen Charlotte, em Londres, levaram três minutos para completar a operação. Depois de vir à luz, o menino foi imediatamente passado aos braços da mãe.Segundo os especialistas, o procedimento ameniza a experiência traumática de uma cirurgia invasiva como a cesariana.A diretoria do Queen Charlotte disse que a "cesariana natural" vem se tornando um procedimento estabelecido no hospital.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aqui a &lt;a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2007/12/22/hospital_londrino_adota_cesariana_natural_1129515.html"&gt;reportagem original&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3848210716639244068-2515797366146293794?l=doutora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doutora.blogspot.com/feeds/2515797366146293794/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2007/12/hospital-londrino-adota-cesariana.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/2515797366146293794'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/2515797366146293794'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2007/12/hospital-londrino-adota-cesariana.html' title='Hospital londrino adota &apos;cesariana natural&apos;'/><author><name>Nina</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://photos1.blogger.com/blogger/6443/513/400/Euzinha.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3848210716639244068.post-7032963896383298000</id><published>2007-12-13T19:07:00.002-02:00</published><updated>2009-10-29T22:49:52.428-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cirurgia plástica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Transplantes'/><title type='text'>Francesa que recebeu rosto novo recupera controle dos músculos faciais</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Isabelle Dinoire, a francesa que recebeu o primeiro transplante de rosto do planeta, recuperou gradualmente a sensibilidade da pele e o controle dos músculos faciais&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_VYCkV7c_ino/R2GgKuov-5I/AAAAAAAAANc/3SUAwPF91EA/s1600-h/071213rosto.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5143568355611900818" style="margin: 0px 0px 0px 10px; float: right;" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_VYCkV7c_ino/R2GgKuov-5I/AAAAAAAAANc/3SUAwPF91EA/s200/071213rosto.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;, diz um artigo publicado hoje pelo periódico "New England Journal of Medicine".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O texto, escrito por Jean Michel Cubernard, o cirurgião que, há dois anos, conduziu as cirurgias, afirma que a francesa "está muito satisfeita com o resultado" do transplante.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aos 38 anos, Dinoire teve os lábios, as bochechas, o queixo e boa parte do nariz destruídos por seu cachorro. Além de desfigurada e impossibilitada de falar, a francesa passou a ter que se alimentar por meio de sonda. Em novembro de 2005, a equipe cirúrgica liderada por Cubernard trabalhou 15 horas para enxertar um novo rosto na face de Dinoire, incluindo lábios, músculos, nervos e pele. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O artigo diz que a recuperação de Dinoire foi problemática, com duas fortes rejeições do sistema imunológico aos tecidos enxertados. Além disso, os medicamentos prescritos para acabar com a reação causaram infecções e uma falha no funcionamento dos rins.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enquanto se recuperava, Dinoire treinou expressões e reaprendeu a comer, a beber e a enunciar palavras. Os vídeos e fotos da paciente mostram que, com maquiagem, o rosto transplantado parece livre de lesões. "É um sucesso que dá esperança a outros pacientes que sofreram uma desfiguração total", acrescentou Cubernard.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Desde a operação de Dinoire, outros dois transplantes de rosto foram realizados no mundo: um na China e outro na França. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3848210716639244068-7032963896383298000?l=doutora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doutora.blogspot.com/feeds/7032963896383298000/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2007/12/francesa-que-recebeu-rosto-novo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/7032963896383298000'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/7032963896383298000'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2007/12/francesa-que-recebeu-rosto-novo.html' title='Francesa que recebeu rosto novo recupera controle dos músculos faciais'/><author><name>Nina</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://photos1.blogger.com/blogger/6443/513/400/Euzinha.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_VYCkV7c_ino/R2GgKuov-5I/AAAAAAAAANc/3SUAwPF91EA/s72-c/071213rosto.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3848210716639244068.post-7912373938012556023</id><published>2007-11-29T19:46:00.001-02:00</published><updated>2009-10-24T21:25:10.185-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Neurologia'/><title type='text'>Autistas têm mais massa cinzenta em algumas áreas do cérebro</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Crianças autistas têm mais massa cinzenta em áreas do cérebro que controlam a empatia e o aprendizado por observação em comparação a outras crianças da mesma idade, segundo pesquisadores americanos que utilizaram uma nova técnica avançada de captação de imagens.

"Nossa observação nos leva a pensar que a incapacidade das crianças autistas de estabelecer relações com os outros e de enfrentar normalmente situações da vida comum poderia resultar de uma anomalia no funcionamento do sistema de neurônios- espelho", explicou a médica Manzar Ashtari, do hospital infantil da Filadélfia (Pensilvania, leste), principal autora do estudo.

Os neurônios-espelho são células cerebrais que se tornam ativas quando uma pessoa executa uma ação enquanto sente uma emoção ou sensação, e quando essa mesma pessoa é testemunha de ações, emoções e sensações idênticas nos outros, disse a pesquisadora nesta quarta-feira durante a conferência anual da Sociedade Americana de Radiologia.

Os pesquisadores descobriram indícios da existência de um sistema similar nos humanos ao observado em macacos, que facilita as funções de aprendizagem através da observação, da imitação e da compreensão do outro.

Estes pesquisadores levaram suas observações a 13 crianças autistas altamente funcionais com um coeficiente intelectual (QI) superior a 70, e a outras 12 crianças, não autistas. A idade média dos dois grupos foi de 11 anos.

"Em um cérebro normal, uma maior quantidade de massa cinzenta está vinculada a um QI mais elevado", observou Ashtari. "Mas em um cérebro autista esse aumento não corresponde a um QI maior, já que esta massa cinzenta não funciona normalmente".

Estas pesquisas também demonstraram que, em crianças autistas, há uma diminuição importante da massa cinzenta no lado direito da amígdala, o que é associado ao grau de severidade da incapacidade de interagir socialmente.

Os autistas com volumes menores de massa cinzenta nesta área do cérebro obtiveram resultados mais fracos em testes para medir a reciprocidade e a interação social.

O autismo afeta aproximadamente 1,5 milhões de americanos, segundo estatísticas do Centro Federal de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês). A doença se manifesta geralmente nos três primeiros anos da vida e sua incidência registra um rápido aumento nos Estados Unidos.

&lt;a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia_saude/2007/11/29/autistas_tem_mais_massa_cinzenta_em_algumas_areas_do_cerebro_1100290.html"&gt;Reportagem do Último Segundo&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3848210716639244068-7912373938012556023?l=doutora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doutora.blogspot.com/feeds/7912373938012556023/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2007/11/autistas-tm-mais-massa-cinzenta-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/7912373938012556023'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/7912373938012556023'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2007/11/autistas-tm-mais-massa-cinzenta-em.html' title='Autistas têm mais massa cinzenta em algumas áreas do cérebro'/><author><name>Nina</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://photos1.blogger.com/blogger/6443/513/400/Euzinha.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3848210716639244068.post-3038130553228050485</id><published>2007-11-29T13:42:00.004-02:00</published><updated>2009-10-24T21:27:56.412-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Genética'/><title type='text'>Técnica gera célula-tronco sem embrião</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;GIOVANA GIRARDI - COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Grupos no Japão e nos EUA reprogramaram células adultas da pele humana para agirem como se fossem embrionárias. Estratégia desenvolvida por japonês pode eliminar o dilema ético em torno da clonagem terapêutica, que demanda destruir embriões .

&lt;/div&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;em&gt;Neurônios produzidos por &lt;/em&gt;&lt;em&gt;intermédio da nova técnica&lt;/em&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/d2111200701.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 0px 0px 5px; float: right; width: 200px;" alt="" src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/d2111200701.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Duas equipes independentes de cientistas deram um salto nas pesquisas com célula-tronco ao conseguirem fazer com que células humanas adultas da pele "voltassem no tempo" e passassem a agir como se fossem as versáteis células-tronco embrionárias, conseguindo posteriormente se diferenciar em outros tecidos do corpo. A técnica surge com a promessa de que talvez, no futuro, possa substituir o uso das polêmicas células-tronco embrionárias. As CTEs são hoje as queridinhas dos pesquisadores por conta de seu potencial terapêutico. Como elas têm a capacidade de se transformar em qualquer outro tecido do organismo, podem, em tese, ser usadas para o tratamento de doenças degenerativas, como diabetes e mal de Parkinson. O problema é que, para obtê-las, é necessário destruir embriões, fato que enfrenta a resistência de grupos religiosos. Com o novo trabalho, a Casa Branca parabenizou os cientistas por resolverem problemas médicos "sem comprometer os elevados objetivos da ciência e o sagrada da vida humana". Cientistas do Japão e dos EUA pegaram células da pele humana (fibroblastos) e induziram nelas a tão desejada pluripotência (versatilidade) da CTEs. Após essa reprogramação, elas não só assumiram uma aparência de CTEs como também um funcionamento semelhante ao delas, chegando a se diferenciar em neurônios e células cardíacas. "Estamos agora em posição de gerar células-tronco específicas para pacientes e doenças sem usar embriões", declarou Shinya Yamanaka, autor de um dos estudos, em comunicado. "Com essas células, poderemos compreender mecanismos de doenças, procurar por drogas eficientes e seguras e tratar pacientes com terapia celular."&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O feito tinha sido obtido pela primeira vez em meados de 2006, com células de camundongo, pela equipe de Yamanaka, da Universidade de Kyoto. Desde então, cientistas de todo o mundo vinham tentando replicá-lo em humanos. Agora, os grupos do japonês e do americano James Thomson, da Universidade de Wisconsin em Madison, conseguiram. Os trabalhos foram publicados on-line nos periódicos "&lt;a href="http://www.cell.com/"&gt;Cell&lt;/a&gt;" e "&lt;a href="http://www.sciencexpress.org/"&gt;Science&lt;/a&gt;".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As duas equipes trabalharam com a introdução nos fibroblastos de quatro genes ligados à manutenção da capacidade das células-tronco embrionárias. Quando um organismo está se formando, esses genes estão ativos nas CTEs e fazem com que elas se diferenciem nas demais células do corpo. No momento em que a célula atinge sua especialização, no entanto, eles são desativados.O pesquisadores usaram retrovírus, parentes do vírus da Aids, para introduzir esses genes nos fibroblastos de modo que eles se reativassem e as células retomassem a versatilidade (veja quadro à direita). A diferença entre os dois estudos foram os genes usados. O grupo de Yamanaka trabalhou com Oct3/4, Sox2, Klf4 e c-Myc. O de Thomson trocou os últimos dois por Nanog e Lin28.Fim da clonagem?O achado pode jogar uma pá de cal nas busca da chamada clonagem terapêutica. Ainda na semana passada, um dos pioneiros dos estudos com clones, o escocês Ian Wilmut, "pai" da ovelha Dolly, se antecipou ao lançamento dos trabalhos ao dizer que desistia de tentar clonar um ser humano para obter células-tronco.Ele disse na ocasião que sua decisão era baseada no sucesso que Yamanaka tivera anteriormente com camundongos. Ontem ele só complementou sua decisão: "Nós podemos agora visualizar um tempo em que uma simples técnica poderá ser usada para produzir células-tronco que serão capazes de formar qualquer tecido a partir de uma pequena amostra de qualquer um de nós."Robert Lanza, da companhia Advanced Cell Technology, que vinha tentando clonar embriões, comparou: "Este trabalho representa um tremendo marco científico, o equivalente biológico do primeiro avião dos irmãos Wright", disse. "É um pouco como aprender como transformar chumbo em ouro."Em entrevista coletiva, ontem, a equipe de Thomson também se manifestou nesse sentido. Quando questionada sobre se ainda fazia sentido falar em clonagem terapêutica, Jennifer Frane, também de Wisconsin, respondeu: "Bem, eu diria que não". Ao que foi amparada por Thomson: "A transferência de núcleo celular é um bom experimento, mas nós ainda somos ineficientes, ele é caro, é difícil de fazer e é provável que nunca aproveitemos as aplicações. Então não imagino que ele dure por muito tempo".Mas, apesar de a nova técnica ser "eticamente descomplicada", como definiu Douglas Melton, co-diretor do Instituto de Células-Tronco da Universidade Harvard, ela ainda não deve substituir os estudos com as células-tronco embrionárias."Ainda temos muito a aprender com as células-tronco embrionárias. E só pesquisando seu funcionamento podemos fazer com que uma célula adulta imite seu comportamento", ressaltou a pesquisadora Lygia da Veiga Pereira, da USP. "Veja que os próprios autores só chegaram a esses resultados graças às CTEs e precisarão delas para várias outras análises, inclusive para eliminar o vírus como tecnologia para a reprogramação, o que impede que isso seja usado para a terapia com seres humanos", complementou Stevens Rehen, da UFRJ.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3848210716639244068-3038130553228050485?l=doutora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doutora.blogspot.com/feeds/3038130553228050485/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2007/11/tcnica-gera-clula-tronco-sem-embrio.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/3038130553228050485'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/3038130553228050485'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2007/11/tcnica-gera-clula-tronco-sem-embrio.html' title='Técnica gera célula-tronco sem embrião'/><author><name>Nina</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://photos1.blogger.com/blogger/6443/513/400/Euzinha.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3848210716639244068.post-6708748441609139421</id><published>2007-11-27T13:24:00.002-02:00</published><updated>2009-10-24T21:23:47.146-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Hospitais'/><title type='text'>Hospital vip é inaugurado hoje em SP</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Será inaugurado hoje em São Paulo o hospital São José, destinado a atender a rede privada e usuários de planos de saúde.O prédio integra o complexo hospitalar Beneficência Portuguesa, no bairro do Paraíso (zona sul de São Paulo). Custou cerca de R$ 60 milhões.Segundo a instituição, o objetivo é atender um público vip para, com os recursos obtidos, sustentar a Beneficência Portuguesa, que tem cerca de 60% dos atendimentos feitos por meio do SUS (Sistema Único de Saúde). A proposta, de acordo com o hospital, é associar hotelaria de luxo, tecnologia avançada e atendimento humanizado.São 70 leitos para internações, 18 para recuperação e 20 em Unidades de Terapia Intensiva. Os apartamentos têm em média 75 m2 e contam com sala de estar e varanda.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3848210716639244068-6708748441609139421?l=doutora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doutora.blogspot.com/feeds/6708748441609139421/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2007/11/hospital-vip-inaugurado-hoje-em-sp-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/6708748441609139421'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/6708748441609139421'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2007/11/hospital-vip-inaugurado-hoje-em-sp-da.html' title='Hospital vip é inaugurado hoje em SP'/><author><name>Nina</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://photos1.blogger.com/blogger/6443/513/400/Euzinha.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3848210716639244068.post-8138790851788328306</id><published>2007-11-27T13:22:00.002-02:00</published><updated>2009-10-24T21:27:29.865-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Medicina legal'/><title type='text'>Juiz obriga médicos a tentar prolongar vida de doentes terminais</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Liminar suspende resolução do Conselho Federal de Medicina, que autorizava a ortotanásia, ou seja, a suspensão de tratamentos
Resolução, em vigor há um ano, evitava, por exemplo, que o médico perdesse o registro, mas não o isentava de responsabilidade criminal
A Justiça Federal do Distrito Federal suspendeu, por meio de liminar, a resolução do CFM (Conselho Federal de Medicina) que autorizava os médicos a suspender tratamentos e procedimentos que prolonguem a vida de pacientes terminais e sem chances de cura -desde que a família ou o paciente concorde com a decisão.A prática, chamada de ortotanásia, estava em vigor havia um ano em todo o país, mas só tinha efeito interno -evitava, por exemplo, que o médico perdesse o registro profissional, mas não o isentava de ser responsabilizado criminalmente. Não há dados de quantos casos de ortotanásia ocorreram no último ano, mas a prática já é considerada rotineira no país.Em razão da liminar, advogados acreditam que alguns médicos devam recuar na prática da ortotanásia porque, em tese, perderam o "amparo" da resolução. Também vêem ameaça às enfermarias de cuidados paliativos, existentes em ao menos 40 hospitais brasileiros. Destinados a doentes graves e incuráveis, esses locais não fazem procedimentos invasivos. Há apenas oxigênio, soro e remédios para evitar a dor.Para o juiz Roberto Luis Luchi Demo, da 14ª Vara da Justiça Federal no DF, que concedeu liminar a pedido do Ministério Público Federal, a ortotanásia, assim como a eutanásia, parece "caracterizar crime de homicídio, nos termos do artigo 121 do atual Código Penal".Segundo ele, a liberação da ortotanásia não pode ser feita por uma resolução do CFM, mas somente por meio de uma lei federal.Hoje, tramita no Congresso um anteprojeto do novo Código Penal que descriminaliza a ortotanásia. "Não constitui crime deixar de manter a vida de alguém por meio artificial, se previamente atestada por dois médicos a morte como iminente e inevitável, e desde que haja consentimento do paciente ou, em sua impossibilidade, de cônjuge, companheiro, ascendente, descendente ou irmão", diz o inciso 4º do artigo 121 do anteprojeto. Já a eutanásia continuará sendo crime, com pena de reclusão de 2 a 5 anos.O CFM refuta qualquer semelhança entre ortotanásia e eutanásia (que é o ato de provocar a morte de alguém que esteja sofrendo doença grave).Para o médico Roberto D'Ávila, corregedor do CFM, a ortotanásia não antecipa o momento da morte, como acontece na eutanásia, mas permite a morte em seu tempo natural e sem uso de recursos que apenas prolongam o sofrimento do doente e da família. "A liminar não beneficia o paciente que opta por morrer dignamente em casa ou em enfermarias de cuidados paliativos", diz ele.
Polêmica sobre procedimento se arrasta há pelo menos 2 anos
DA REPORTAGEM LOCAL
A polêmica em torno da ortotanásia é grande e se arrasta há pelo menos dois anos. Para o advogado Erickson Gavazza Marques, da comissão de bioética da OAB-SP, a resolução do CFM, aprovada no ano passado, não tem amparo jurídico."Vai contra o Código Penal. O CFM não tem o poder de legislar. Os médicos que seguem sua orientação podem ser acusados de omissão de socorro ou homicídio culposo."Já o advogado Alberto Toron, conselheiro federal da OAB e professor de direito penal da PUC-SP, defende o CFM. "Eu aplaudi e continuo aplaudindo. E penso que o conselho possa sim disciplinar essa matéria."A médica oncologista Dalva Matsumoto, da Academia Nacional de Cuidados Paliativos, concorda: "Ninguém quer ver seu familiar sofrer, sentir dor". A ortotanásia significa a retirada, sem sofrimento, de equipamentos ou medicamentos que sirvam para prolongar a vida de um doente.A CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) é a favor da ortotanásia por considerá-la "a aceitação da condição humana diante da morte".
Ortotanásia evita estender sofrimento, afirma filha
Com câncer, aposentado de 81 anos se recusou também a fazer cirurgias
Ele está numa hospedaria de cuidados paliativos da Secretaria Municipal de Saúde; "Aqui ele está bem, sereno, sem dor", diz a filha
DA REPORTAGEM LOCAL COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Há quase três anos lutando contra um câncer do reto, o contador aposentado Alberto Mallagoli, 81, se recusou a fazer cirurgias para a retirada do intestino e de outras regiões afetadas pelo tumor. Também já disse que não quer ir para uma UTI e tampouco quer ser ligado a respiradores artificiais.No último sábado, as poucas palavras que disse à filha única, Mônica, 46, foram em tom de despedida. "Filha, acho que estou indo, está chegando a hora de partir", conta Mônica, que acompanha o pai na hospedaria de cuidados paliativos da Secretaria Municipal da Saúde, onde ele está há 13 dias, após ter ficado outros 15 no hospital.A filha diz apoiar integralmente a decisão do pai. "Ele sempre foi um homem ativo. Não quero vê-lo sofrer ainda mais em uma UTI, sendo mantido artificialmente. Aqui ele está bem, sereno, sem dor."Mônica diz ser contra a eutanásia, defende a ortotanásia e não entende a confusão que a última vem provocando. "Jamais autorizaria qualquer procedimento que apressasse a morte do meu pai. Mas não quero que o entubem ou o reanimem se o coração dele parar. Quero que a vida dele siga o rumo naturalmente."DesenganadaOpinião semelhante tem a empresária Ana Maria Bastos Marin, 58. Quando a mãe foi desenganada por causa de um câncer de pâncreas que já havia atingido outros órgãos, a decisão da família e do médico foi de que ela não ficaria no hospital. "Minha mãe ficou um ano e meio em casa, não foi internada nem sentia dores porque foi bem cuidada. Sabíamos que não faltava tratamento."Sua mãe só foi internada nos últimos cinco dias de vida, com falência dos rins. Ainda assim, não foi para a UTI. No quarto, pôde ser acompanhada de filhos e netos. "Minha mãe morreu bem, no meio da gente."Para Ana Maria, lembrar a mãe dessa forma é bem mais fácil. "Ela não ficou cheia de tubos nem com a cara abatida, foi uma privilegiada. A forma como tudo foi conduzido fez diferença e foi muito importante para a minha família." (CLÁUDIA COLLUCCI e JULLIANE SILVEIRA)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3848210716639244068-8138790851788328306?l=doutora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doutora.blogspot.com/feeds/8138790851788328306/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2007/11/juiz-obriga-mdicos-tentar-prolongar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/8138790851788328306'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/8138790851788328306'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2007/11/juiz-obriga-mdicos-tentar-prolongar.html' title='Juiz obriga médicos a tentar prolongar vida de doentes terminais'/><author><name>Nina</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://photos1.blogger.com/blogger/6443/513/400/Euzinha.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3848210716639244068.post-7893156406021609946</id><published>2007-11-27T12:12:00.007-02:00</published><updated>2009-10-24T21:26:42.575-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Acadêmico'/><title type='text'>Trote Solidário</title><content type='html'>A Fundação Educar DPaschoal - investimento social do grupo DPaschoal - foi criada há 17 anos com o objetivo de estimular pessoas a adotarem a educação para a cidadania como estratégia de transformação social e econômica.

&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Em sete anos, por meio do projeto "&lt;a href="http://www.educar.com.br/v15a/visualizar.asp?id=196" target="_blank"&gt;Leia Comigo&lt;/a&gt;!", já editou 30 milhões de livros infantis distribuídos gratuitamente a escolas públicas, organizações sociais e bibliotecas. Mais que isso, este projeto, preocupa-se com um conteúdo que estimule o gosto pela leitura, reforce valores e incentive a atitude cidadã. Com a "&lt;a href="http://www.academiaeducar.org.br/" target="_blank"&gt;Academia Educar&lt;/a&gt;", no desenvolvimento de jovens do Ensino Médio, tendo a escola pública como centro de cidadania na comunidade; e com o projeto "&lt;a href="http://www.trotedacidadania.org.br/" target="_blank"&gt;Trote da Cidadania&lt;/a&gt;", formando futuros líderes socialmente responsáveis, que utilizam sua energia para a mobilização universitária.

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Alunos de universidades paulista, fluminense e baiana vencem o Prêmio Trote da Cidadania 2007

A DPaschoal, por meio da Fundação Educar DPaschoal, premiou no dia 08/08 os três melhores projetos inscritos para o Prêmio Trote da Cidadania 2007, campanha patrocinada também pelos grupos Banco Real e Pão de Açúcar. Os vencedores foram os alunos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), da Universidade Federal Fluminense (UFF), de Niterói (RJ), e da Universidade de Salvador (Unifacs), na Bahia.

A edição de 2007 do prêmio teve mais de 30 projetos inscritos, cujas ações foram implantadas no início do ano por universitários de todas as regiões do Brasil. Esses projetos substituíram os trotes humilhantes aplicados nos calouros por ações voluntárias e cidadãs, que beneficiaram as comunidades onde estão localizadas essas instituições de ensino.

Os estudantes ligados aos três projetos vencedores receberam como prêmio o curso "Voluntariado no Espaço Universitário", que será ministrado entre hoje e amanhã, em São Paulo.

&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=3848210716639244068&amp;amp;postID=7893156406021609946" name="resumo"&gt;&lt;/a&gt;Resumo dos projetos vencedores:

Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)

O projeto "Trote da Cidadania pelo Consumo Consciente", desenvolvido por alunos da Unicamp em parceria com o Instituto Akatu, ficou em primeiro lugar no Prêmio Trote da Cidadania 2007. "Disputar esse prêmio trouxe uma expectativa muito grande para nós, organizadores do trote. Essa iniciativa da Fundação Educar DPaschoal nos incentiva a melhorar ainda mais o projeto e, agora que ganhamos, acredito que ampliará a adesão de alunos e de parceiros, beneficiando ainda mais a comunidade que ajudamos", diz Andréa Akemi Matsui, aluna do quarto ano de Engenharia Elétrica da Unicamp e coordenadora do projeto Consumo Consciente.

Em sua quinta edição, o trote cidadão na universidade inicialmente limitava-se aos calouros recolherem material seletivo e doá-lo a uma cooperativa de reciclagem da cidade. Agora, o projeto cresceu. Durante os quatro dias de trotes, os calouros, monitorados pelos veteranos voluntários, participam de várias atividades. No início deste ano, por exemplo, eles visitaram cooperativas de reciclagem, fizeram campanha nas ruas pela coleta seletiva de lixo, realizaram brincadeiras educativas em instituições infantis e aprenderam a evitar o desperdício de alimentos e materiais nos refeitórios da Unicamp. Também doaram canecas plásticas visando à substituição dos copos descartáveis usados nos refeitórios da Unicamp para incentivar o consumo consciente.

As ações aplicadas no início do ano na universidade tiveram uma grande adesão de estudantes. Somente no campus de Campinas (SP), participaram quase 100% dos 39 cursos. Assim, o projeto promoveu, além da integração entre os veteranos e os calouros que chegam à universidade, uma nova visão social aos estudantes, ampliando a consciência ambiental e de voluntariado, que, futuramente, poderá ser multiplicada no mercado de trabalho e junto à comunidade.

Contato para entrevista: Andréa Akemi Matsui, aluna do quarto ano de Engenharia Elétrica da Unicamp e coordenadora do projeto Trote da Cidadania pelo Consumo Consciente, realizado este ano na universidade: Fones: (19) 3256 69 22 - R. 1071/ (11) 9685 1646. E-mail: andréa.unicamp@gmail.com

Universidade Federal Fluminense (UFF)

O segundo lugar no Prêmio Trote da Cidadania 2007 ficou para o projeto "Trote Cultural", desenvolvido pelos estudantes da Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói (RJ). Criado institucionalmente em 2001, o trote cidadão tem como objetivo estimular veteranos a praticar atividades socioculturais para recepcionar os calouros. Entre as ações implantadas em 2007, estavam desde a doação de sangue e arrecadação de alimentos até a limpeza da Praia de Icaraí.

A cada ano aumenta o número de adeptos voluntários, entre veteranos e calouros. No primeiro semestre deste ano, a adesão chegou a 50% dos cursos da UFF, englobando um total de 23 faculdades. Os projetos são semestrais, contemplando os alunos que ingressam na universidade também no segundo semestre, e aplicados em março e agosto. No final do ano, em retribuição às ações, a UFF realiza um grande show, que reúne cerca de oito mil estudantes.

"Acho essa iniciativa da Fundação Educar DPaschoal ótima, pois o Prêmio Trote da Cidadania cria uma expectativa positiva e incentiva novos alunos a participarem dos projetos", observa Nelma Cezario, coordenadora do Trote Cultural e chefe do setor de marketing da Universidade Federal Fluminense.

Contato para entrevista: Nelma Cezario, coordenadora do projeto Trote Cultural e chefe do setor de marketing da Universidade Federal Fluminense: Fones: (21) 2629 5248/ 9895 9565. E-mails: troteuff@vm.uff.br; nelma@vm.uff.br

Universidade Salvador (Unifacs)

O terceiro lugar do Prêmio Trote da Cidadania 2007 ficou para o projeto "Educação - Eu Abracei Essa Idéia", desenvolvido pelos alunos da Universidade Salvador (Unifacs), na Bahia. Atrelada a uma das metas do milênio estabelecida pela ONU - Educação básica de qualidade para todos -, a iniciativa quis contribuir para a melhoria do ensino nas comunidades carentes da grande Salvador, arrecadando 1,5 mil cadernos e 2 mil lápis, que foram doados a quatro instituições da cidade.

O projeto da Unifacs consiste também em receber bem o novo aluno, para que este não passe por nenhuma situação vexatória ou por trotes agressivos. E todo veterano que integra o trote cidadão é reconhecido pela universidade, que lhe concede um certificado de participação para incrementar seu currículo estudantil.

"O concurso da Fundação Educar DPaschoal é uma iniciativa que devia ser seguida por outras lideranças no país, pois incentivaria várias universidades a serem cidadãs. E ser um dos vencedores do prêmio celebra a nossa cidadania na universidade", afirma Genilson Coutinho Pereira, presidente do DCE da Universidade de Salvador e coordenador do projeto "Educação - Eu Abracei Essa Idéia".

Contato para entrevista: Genilson Coutinho Pereira, presidente do DCE da Universidade de Salvador e coordenador do projeto "Educação - Eu Abracei Essa Idéia", desenvolvido nessa instituição de ensino. Fones: (71) 3273 8584/ 8801 2343. E-mails: genilson@dceunifacs.com.br / dce@unifacs.br

Sobre o Trote da Cidadania

São muitas as histórias trágicas ligadas a trotes violentos cometidos nas universidades brasileiras. Em 1980, o estudante Carlos Alberto de Souza, calouro da Universidade de Mogi das Cruzes, morreu vítima de espancamento por resistir ao corte de cabelo dentro do “trem dos estudantes”, que ia da capital ao interior.

Em 1999, outro caso ficou marcado na história do trote no Brasil. Edson Tsung Chi Hsueh, calouro do curso de medicina da USP, foi encontrado morto na piscina da Atlética após churrasco de “confraternização” com os veteranos. As causas da morte de Edson não foram apuradas até hoje. Histórias como estas acontecem em universidades de todo o mundo. Por outro lado, ao mesmo tempo em que a barbárie continua acontecendo, cresce o número de trotes sociais, solidários e culturais.

E foi a partir de 1999 que a Fundação Educar DPaschoal desenvolveu o 1º Concurso Trote da Cidadania, com o objetivo de premiar a melhor recepção de calouros com ações sociais. Foram inscritos 15 projetos, sendo oito da PUC-Campinas e sete da Unicamp, com a escolha dos melhores projetos baseada nos critérios de articulação de parceiros, visibilidade e mensagem. A Faculdade de Educação Física da PUC-Campinas e a Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp foram premiadas com um microcomputador.

Desde então, a adesão de universitários a essa campanha não pára de crescer e, ao longo desses anos, a Fundação Educar DPaschoal reconhece os melhores projetos de trote cidadão implantados no Brasil com vários tipos de premiação.

Sobre a Fundação Educar DPaschoal

Criada 1989 com o objetivo de agir estrategicamente através de projetos sociais e educacionais, coordenando também os projetos que já recebiam apoio da DPaschoal e de seus acionistas desde 1949, hoje, a Fundação tem como foco estimular pessoas a adotarem a educação para a cidadania como estratégia de transformação social e econômica. Os principais projetos da Fundação Educar DPaschoal são: Academia Educar na Escola, Trote da Cidadania e Livros Gratuitos. Mais informações sobre a fundação: &lt;a href="http://www.educardpaschoal.org.br/" target="_blank"&gt;www.educardpaschoal.org.br&lt;/a&gt;

Informações para a Imprensa:

Canal de ComunicaçãoAna Heloísa Ferrero / Christizi Portela19-3295-3525&lt;a href="mailto:ana.heloisa@canaldecomunicacao.com.br"&gt;ana.heloisa@canaldecomunicacao.com.br&lt;/a&gt;

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Aliás o Blog tb é muito bom. Só poderia ter atualizações mais constantes.... :(

&lt;a href="http://www.letrademedico.com.br/2007/01/17/escolhendo-uma-especialidade-medica/"&gt;http://www.letrademedico.com.br/2007/01/17/escolhendo-uma-especialidade-medica/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3848210716639244068-5667617621062476392?l=doutora.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://doutora.blogspot.com/feeds/5667617621062476392/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2007/11/escolhendo-especialinade-mdica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/5667617621062476392'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3848210716639244068/posts/default/5667617621062476392'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://doutora.blogspot.com/2007/11/escolhendo-especialinade-mdica.html' title='Escolhendo a Especialidade Médica'/><author><name>Nina</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://photos1.blogger.com/blogger/6443/513/400/Euzinha.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3848210716639244068.post-30189345424750976</id><published>2007-11-23T11:00:00.008-02:00</published><updated>2009-12-18T10:19:21.413-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Internet'/><title type='text'>Sobre este blog: Medicina em Foco</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;O blog "Medicina em Foco" tem como objetivo o estudo da medicina e a análise da saúde pública e do universo médico na visão de uma estudante de Medicina.

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